quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

ENTREVISTAS - CIBELLE SOUZA

BLOG: Conte-nos sobre sua trajetória na dança do ventre/tribal. Como tudo começou para você? 
Comecei a dançar em 2003, dança do ventre, a convite de uma amiga. Passava por uma fase difícil na vida e achei que era um momento para novos desafios e a dança serviu como uma luva para este momento, pois ajudou muito a trabalhar minha autoestima, na época, muito abalada. Estudei dança do ventre por 4 anos, com Aini Ashaki, seguindo por algumas escolas da cidade. Em 2006 conheci o tribal e me apaixonei.  Em 2007 passei a trabalhar apenas com o estilo e, em 2008, passei a integrar a direção da Cia. Shaman Tribal, a convite da Paula Braz Ellen Paes.

BLOG: Em 2008, a Cia Shaman realizou seu primeiro espetáculo, Las Nieblas, gostaria que comentasse um pouco sobre a idéia do espetáculo, o quê inspirou vocês para a formulação da parte conceitual e do roteiro do mesmo, e qual é a história por de trás dele? Como foi o processo de  elaboração das coreografias e figurinos, bem como sua repercussão?
Sempre achamos que as pessoas se limitam a apresentações em mostras, quando o assunto é tribal; enquanto outros estilos de dança como balé e dança contemporânea tentam fazer discursos mais longos através de espetáculos. Para nós, o tribal é tão complexo como qualquer outro estilo. O Las Nieblas surgiu através da nossa necessidade de fazermos algo mais complexo, pois queríamos falar um pouco mais, trazer um discurso mais completo como acontece nos outros estilos.

O conceito foi voltado para a ancestralidade e as várias formas de pensar o feminino. Queríamos fazer um passeio entre os conceitos do antigo e do novo, tão presentes no estilo, e através dele fazer as pessoas conhecerem um pouco mais e se familiarizarem com nosso universo. As coreografias e os figurinos foram criados sobre a base do sincretismo e bricolagem, buscando passar tais referências. Todas as coreografias, bem como a direção, foi compartilhada por mim, pela Paula e pela Ellen. A repercussão foi maravilhosa, uma vez que conseguimos com ele colocar o tribal no mapa da nossa cidade, além de abrir portas no mundo tribal.

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Acredite no seu potencial, mas nunca deixe de estudar. Todos os dias podemos aprender e crescer, principalmente se você se permitir somar, em vez de subtrair . Respeite os outros como você gostaria de ser respeitado. Trate as pessoas com a mesma delicadeza que gostaria de ser tratado. Crie compromissos com você mesmo, e faça seu trabalho diariamente, com amor e paciência consigo mesmo. Saiba que se alguém conseguiu algo que você ainda não conseguiu não foi por incompetência sua, e que o mérito do outro não diminui em nada o seu trabalho. Às vezes é sorte, às vezes não, mas por via das dúvidas, trabalho honesto é e sempre será o melhor caminho. Liberte-se de suas amarras, dançar é recriar-se!


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terça-feira, 15 de outubro de 2013

VÍDEOS - LELYANA STANISHEVSKAYA - TRIBAL CAFE 2013

Lelyana Stanishevskaya is definitely one of the greatest dancers alive today. Her every performance is breathtaking, every single move so true and so precious


sexta-feira, 11 de outubro de 2013

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

sábado, 5 de outubro de 2013

VÍDEOS - BEATS ANTIQUE

Ao Vivo em Setembro de 2013 - APROVEITEM!



http://KEXP.ORG presents Beats Antique performing live in the Bumbershoot Music Lounge

Recorded September 1, 2013.

Songs:
Egyptic
Beauty Beats
Stash
Colony Collapse
Cat Skillz

Audio Engineer: Kevin Suggs | Cameras: Jim Beckmann, Andy Bokanev, Scott Holpainen & Justin Wilmore | Editor: Luke Knecht | screenshot by Dave Lichterman

http://kexp.org - http://beatsantique.com


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sábado, 21 de setembro de 2013

ENTREVISTAS - BELA SAFFE

Aerith entrevista Bela Saffe
 
BLOG: Conte-nos sobre sua trajetória na dança do ventre/tribal. Como tudo começou para você? 
Meu primeiro contato com a Dança do Ventre foi em 1993, há 20 anos. Na época eu fazia parte de um grupo de Teatro em Salvador (Grupo Via Magia) e em uma das cenas eu tinha que dançar a Dança do Ventre. Minha referência imaginária eram os filmes Hollywoodianos ou algo do gênero nos programas de TV. Não existiam professoras, shows, DVDs ou internet para estudar ou pesquisar. Fiz a personagem intuitivamente e me sai muito bem, de tal forma que quando terminava a peça, várias pessoas me procuravam para elogiar e perguntar onde havia aprendido a dançar. Fiquei entusiasmada não exatamente por causa desse retorno positivo do público, mas porque eu realmente gostei de ter entrado em contato com aquela movimentação. Senti tamanha identificação que comecei a pensar que por ser descendente de árabe ( meu pai nasceu no Líbano), essa afinidade já estava no sangue. Nenhuma mulher da minha família dançava, mas ouvir aquelas músicas e dança-las era como estar num lugar de pertencimento.
A partir disso, então, fiquei atenta para saber se havia alguém ensinando dança do ventre, mesmo que fosse em outro estado. No mesmo ano, aconteceu um congresso de abordagens terapêuticas corporais em Salvador e eu soube que viriam duas dançarinas do ventre do Rio de Janeiro. Participei, claro, do congresso e das aulas. Não lembro o nome delas, mas conversamos ao final do curso e, já estando com uma viagem agendada pra São Paulo, perguntei se elas conheciam alguma professora por lá. Elas me responderam que São Paulo era o melhor lugar pra fazer aula e me deram o contato da Khan El Khalili.
Fui na Khan El Khalili primeiro para tomar o chá e ver o show antes de resolver fazer as aulas. A primeira bailarina que vi dançar foi Nájua! Fiquei absolutamente encantada! Resolvi então que passaria um tempo de aprendizado em São Paulo pra poder me dedicar a dança do ventre profissionalmente. Não sei exatamente quanto tempo fiquei em São Paulo dessa primeira vez, mas eu fazia aula todos os dias e às vezes mais de uma vez por dia. Além disso, conheci uma outra dançarina que não era da Khan El Khalili e que dava aulas particulares. Ela também era psicóloga como eu e fazia um trabalho interessante em relação a uma maior consciência do feminino através da dança.
Comecei a dar aulas em Salvador no ano seguinte, em 1994, quando ainda não havia ninguém ensinando. Mas sabia que ainda teria muito o que aprender e retornei a São Paulo incontáveis vezes para fazer aulas. Portanto, 20 anos de aprendizado e ensino, com muitos altos e baixos (claro! Rs), mas com muito amor e paixão!
O interesse pela dança tribal surgiu em 2006, através de vídeos da Carolena. Mas costumo dizer que eu sempre fui tribal. O segundo espetáculo de dança que produzi e coreografei em 1996, Meera, tinha uma estética totalmente tribal: figurinos rústicos sem qualquer brilho ou lantejoula, utilização de músicas não árabes e fusão com a cultura indiana. Ou seja, durante os quase 20 anos de dança do ventre sempre me aventurei, nunca segui os padrões estabelecidos do que era (ou não) dito como “dança do ventre”. Quando encontrei pessoas que faziam algo similar, simplesmente me identifiquei e mergulhei mais ainda naquilo que já expressava.
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Trago um diálogo que vi num filme “Contos em Nova York”, presente no primeiro conto, “Lições de vida”, dirigido por Martin Scorsese. Vou narrá-lo com minhas palavras porque não tenho o filme em mãos.

Lionel Dobie é um famoso artista plástico que mantém uma relação conturbada com sua namorada e assistente, Paulette, também artista plástica e bem mais jovem que ele, mas ainda sem projeção na carreira e insegura em relação ao próprio trabalho. Em um momento de crise, gritando, ela pega um dos próprios quadros e pergunta a ele se ela realmente tem talento. Lionel fica calado por um tempo e em seguida fala que isso não é o mais importante. O mais importante que ela teria que se perguntar é se ela sente necessidade daquilo, se ela sente necessidade de pintar. 

E você, sente necessidade de dançar?

ENTREVISTA COMPLETA COM FOTOS E VÍDEOS: 

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terça-feira, 20 de agosto de 2013

ENTREVISTA - FAIRUZA

Aerith entrevista Fairuza
BLOG: Conte-nos sobre sua trajetória na dança do ventre/tribal. Como tudo começou para você? 
Iniciei há 30 anos com o ballet clássico e com as danças orientais com a dança do ventre e todas as danças folclóricas provenientes do Oriente Médio, há 25 anos. Sou filha de sírios e minha avó paterna, que por sinal foi a inspiração do meu nome artístico (o nome dela era Fairuza), me mandava  pelo correio, da Síria, vídeos VHS de shows de músicos árabes e bailarinas. Eu estudava dia e noite. Estes foram os meus maiores materiais de estudos. Fui autodidata em muito do que sei, porém, fiz algumas aulas particulares com a Mestra Saamira Samia e alguns workshops com Giselle Bomentre e Camélia.

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Meninas lindas, todas vocês são iguais perante ao Pai. Então, quando dançarem, sintam Deus, que tudo o que for de sentimento negativo ou destrutivo deixará de existir. Respeite o palco, como se ele fosse um templo. Peca licença ao palco para dançar. E dance para celebrar a vida e ser feliz e não para ser melhor do que ninguém. Sinta o sangue vibrar nas veias enquanto dança, sinta- se viva e plena. 











ENTREVISTA COMPLETA COM FOTOS E VÍDEOS:

domingo, 7 de julho de 2013

1° Encontro TribalNic Fusion

1° Encontro TribalNic Fusion - 07/julho 2013

O "Encontro TribalNic Fusion" é um evento sem fins lucrativos, aberto ao público.


É realizado com o intuito de divulgar o estilo e o trabalho dos bailarinos de Tribal Fusion (e suas vertentes), sejam eles alunos ou profissionais, e também unir as tribos de São Paulo.

O Encontro "TribalNic Fusion" possibilita que várias tribos mostrem seu trabalho e seu estilo com liberdade e originalidade, podendo contar com as energias da natureza, pois é realizado no Parque do Ibirapuera, sempre próximo ao público que pretendemos atingir.



Idealizado por Ci Bast, realização de Elendälie (formado por: Kaira Mavic, Íris Alima e Serketh-Na-Yet) e executado com a ajuda de Christopher Queiroz e das bailarinas: Irene Rachel, Idril Minyatur, e Laetittia Braz (idealizadora do grupo e organizadora dos eventos do "Paganus Aeternus"), com a filmagem de Rita de Cássia e Ariana Ramalho, e edição de Rodrigo César.




"Encontro TribalNic Fusion", unindo as tribos de São Paulo!





Lilian Kawatoko


Lukas Oliver



Marcelo Justino


Crys Eda


Doolunay Mooinaa


Othavio Khalih I


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