segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

1ª Derbakeada do Brasil


Vamos levar Brasília inteira pra tocar derbake com a gente e aprender a dançar o dabke no Bairro Arabe do Festival Medieval

Não deixem de comparecer a primeira Derbakeada do Brasil!!!!

É só trazer o seu derbake ou algum outro instrumento de percussão, como o cajon, djembe, etc... 

Coordenação Bety Vinil

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

TERMINOLOGIA

Estudando através do Datura Online, me deparei com uma página sobre a terminologia que o site utiliza, para melhor organizar os vídeos e os estilos de dança, deixando mais fácil a busca, quando alguém quiser pesquisar um vídeo.



Cabaret Americano
O estilo Cabaret Americano, desenvolveu seu próprio estilo teatral característico, muitas vezes usando movimentos turcos e egípcios tradicionais, dentro da música moderna ou tradicional. É popular em restaurantes e festas de rua, e é conhecido pelos adereços usados durante a dança, bem como o incentivo da interação com o público.

American Tribal Style®
É um estilo moderno da dança do ventre, criado pela diretora do FatChanceBellyDance®, Carolena Nericcio. O Estilo Tribal Americano | American Tribal Style® é claramente definido e documentado, sendo suas principais características: improvisação em grupo, um vocabulário e figurino distintos, e orientações específicas para liderar e seguir.

FatChanceBellyDance®, FCBD®, ATS® são marcas registadas a nível federal do FatChanceBellyDance, Inc. Para mais informações, por favor visite aqui.

Clássico Egípcio
Raqs Sharqi, que significa literalmente "Dança Oriental", é o estilo egípcio clássico da Dança do Ventre que se desenvolveu durante a primeira metade do século 20. Com base em estilos populares tradicionais e com influências ocidentais, como: bandas, o balé russo, dança latina, etc. Este estilo híbrido era dançado principalmente nos cabarés do Egito e no início do cinema egípcio.

Contemporâneo
Refere-se a Dança do Ventre com uma forte influência da dança moderna ou contemporânea.

Fusão | Fusion
Esta categoria muito geral pode se referir a qualquer tipo de Dança do Ventre que é fusionada com qualquer outra forma de dança.

Dança Indiana
Formas de dança indiana são tão variadas quanto as multidões de culturas e grupos étnicos na Índia. Os estilos variam desde formas clássicas, como Odissi, Khatak e Bharatanatyam, até as várias formas de dança folclórica, incluindo Khalbelia, a dança do Rajastão, os ciganos tribais nômades, bem como formas de dança populares, como Bollywood e Bhangra

Improvisational Tribal Style (ITS)
É um grupo de dançarinos com raízes de dança dentro do Tribal Style, que fazem improvisação de grupo, através de movimentos previamente combinados. Solos são realizados, mas são geralmente apoiados por um ambiente de grupo.

Tribal Fusion
Estilo de dança que se originou por volta do ano de 2000. Muitas vezes funde Cabaret Americano com Estilo Tribal Americano, mas é conhecido por agregar influências contemporâneas, indianas, e hip hop também. As aulas são geralmente de alta energia, com um forte foco na força e flexibilidade.

Tribal Style
Derivada do termo American Tribal Style®. A filosofia é muitas vezes semelhante, mas o vocabulário pode ser diferente. É um estilo moderno de Dança do Ventre, com as características principais: vocabulário compartilhado, postura e braços fortes, e uma forte ênfase na improvisação.

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BAILARINA - MARYAH AZEVEDO

MARYAH AZEVEDO

Conheça um pouco mais da sua história:


** Material enviado por Maryah Azevedo para este Blog para publicação e divulgação. 
Dando ao Blog Nossa Tribo & Nossa Dança o direito de divulgar sua imagem, escritos e vídeos. **

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sábado, 6 de dezembro de 2014

FLAMENCO, fusionado desde a criação

Toda a pesquisa para encontrar uma origem única do Flamenco parece não nos levar a lugar nenhum. O mais provável é que tenha se formado ao longo dos anos graças à miscigenação cultural de diferentes povos que habitaram a Península Ibérica, particularmente a Espanha, que é, há mais de duzentos anos, considerada a pátria do Flamenco.
GITANOS

Chegaram em 1425 e fixaram-se em várias regiões, especialmente em Andaluzia que foi onde houve uma maior sintonia com a população autóctone* que lá se encontrava. As origens do cante aparecem extremamente relacionadas às regiões da Andaluzia onde as gitanerias foram importantes. As gitanerias eram um núcleo urbano com importante presença cigana, mas também se usa o termo para expressar a qualidade que faz referência aos ciganos na forma de interpretar o flamenco.
(Natural do país em que habita e proveniente das raças que ali sempre habitaram; aborígine, indígena.)

ÁRABES - 711 a 1492


Ocuparam vasto território espanhol, principalmente a Andaluzia, por onde entraram e também por onde partiram. Essa foi a região da Espanha onde se deu a maior influência da cultura árabe que por ali deixou um imenso legado, e, por isso mesmo, acredita-se que muitas das manifestações culturais desta região seja de origem árabe, entre elas, o Flamenco. Por outro lado, a chamada música andalusi foi levada pelos mouros expulsos da Espanha ao norte da África e lá desenvolvem seqüelas musicais. Em 1922, o compositor espanhol Manuel de Falla comenta:
"... o que não deixa sombra de dúvida é que a música que ainda se conhece em Marrocos, Argel e Tunez com o nome de música andaluza dos mouros de Granada, não apenas guarda um caráter peculiar que a distingue de outras de origem árabe, como também em suas formas rítmicas de dança reconhecemos facilmente a origem de muitas de nossas danças andaluzas: sevilhanas, zapateados, seguidillas etc."
 O musicólogo Lothean Siemens explica que o cantar a lo flamenco não é só do flamenco, mas um fenômeno muito antigo, muito espanhol. Muitos acreditam que ele seja de origem árabe, ao passo que os árabes acreditam ser de origem andaluza. Eles fazem diferença entre a música árabe pura, que é oriental, e a andalusí, que é do norte da África Ocidental. Tanto o Flamenco como a música árabe pertencem a um amplo espectro de correntes musicais que integram o chamado orientalismo musical e a semelhança entre ambas é inegável, contudo o que mais chama a atenção é que em ambas o melisma — várias notas numa mesma sílaba — é um signo comum e característico.

MOURISCOS

São os mouros e descendentes árabes que permaneceram clandestinos na Espanha depois da expulsão dos árabes.

Blas Infante, chamado de "o pai da Andaluzia", formula a hipótese de que este povo teria se misturado aos grupos de gitanos e outros marginalizados sociais para passar desapercebidos. É uma hipotése que deve continuar sendo investigada, mas se vem daí o cante, por que ele não teria surgido em outras regiões onde os mouros foram até mais numerosos, como Valencia, Aragão ou Castilha? Parece que em Granada eles também formaram um grande núcleo, mas no resto da região da Andaluzia não, portanto, ainda pairam dúvidas sobre se teriam os mouros participado da criação do Flamenco.

JUDEUS

Outra influência muito comentada no Flamenco é a dos Judeus. Já gozou de grande repercussão com base no artigo publicado em 1930 pelo escritor israelita Máximo José Khan, pseudônimo de Medina Azara. Neste artigo, ele relaciona as origens do cante com os marranos ou judeus convertidos ao cristianismo. Apesar desta teoria já ter sido francamente questionada, não se pode negar a semelhança que há entre alguns cantes hebreus com o cante jondo.
"À semelhança dos ciganos, os judeus não criaram o cante flamenco, mas colaboraram em sua conservação junto com os andaluzes e os murcianos e há pelo menos dois cantes cuja procedência judia será dificilmente negada, as antigas saetas (pura liturgia sinagogal) e a petenera. Mairena e Molina perceberam ecos do cante sinagogal em algumas seguiriyas e também nas saetas, aparentadas com o Kol Nidrei (jondo hebreu), é cantado especialmente pelos sefaraditas, os judeus de origem espanhola, e que nos leva a pensar que o Nidrei imita o jondo e não o contrário.
OUTRAS INFLUÊNCIAS 

Mais duvidosas, porém possíveis, e algumas inclusive
prováveis, e acima de tudo lógicas em um território
que foi encruzilhada privilegiada de culturas 
relevantes de cada período histórico, desde a
legendária Tartessos - império semilegendário da
Espanha antiga, que compreenderia a atual
Andaluzia, e Levante até o norte de Alicante.
Desaparecem em mãos dos Cartagenenses, em 500
a.c.; até os sete séculos de dominação muçulmana;
árabes, moriscos, judeus, músicas litúrgicas etc.



Excertos sobre a origem do Flamenco

Felix Grande:

"Camardería de la desdicha; una suerte de solidariedad espontânea que funcionó en lo momentos má dramáticos de la represión contra los gitanos, a quienes muchos andaluces payos pobres dieron cobijo."

"El cante flamenco és una expresión musical que arrastra una mezcolanza tal de voces que ni es paya, ni gitana, ni morisca, ni andaluza. Ninguno de estos pueblos tiene la primacía o monopolio del flamenco."

José Manuel Caballero Bonald:
“El flamenco vendría a resultar de una fusión entre gente que compartían, o tenían en común, modos de vidas similares, un modo semejante de buscarse la vida que facilitó la convivencia hasta el punto que llegó a resultar dificil distinguir a unos de otros."
"É coisa sabida, que depois da expulsão dos judeus e a rendição do último baluarte árabe -- fato que coincide, mais ou menos, com a chegada das primitivas tribos de ciganos à Península -- foi se criando na Espanha do século XVI uns imprecisos agrupamentos sociais, formados por indivíduos de distintas procedências e mentalidades; mouriscos e judeus, gitanos e camponeses sem terras, gente dispersa e errante perseguidos pela inquisição ou fugitivos do desterro ou clandestinidade.  
"É muito possível que, efetivamente, a etnia gitana propriamente dita não se arraigasse na Espanha senão através dessas fusões e que entre nós, tenha se dado por extensão o nome de gitanos aos supostos cruzamentos destes com aquelas famílias de deserdados de fugitivos do Santo Ofício e dos tribunais civis. Uns e outros devem ter se juntado — por motivos, às vezes contraditórios — na desgraça comum, e a mesma sociedade que os expulsou de seu seio, tenha fomentado neles a vagabundagem e a violenta luta pela vida. 
"Logicamente, esses grupos heterogêneos de foras-da-lei, aos quais foram se juntando outras vertentes sociais, acabaram fundindo num mesmo cadinho suas antigas formas de cultura, intercambiando atavismos de suas respectivas histórias sociais. 
“De toda esta longa tradição resultaria uma voz personalíssima e profunda, a alma da Andaluzia que se pronuncia em sua canção mais genuína e começa a gestar-se na mais profunda de suas dimensões: o cante flamenco.”

FONTE: http://www.cuadraflamenca.art.br/origem.php (fotos do Pinterest)
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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

CABARÉ CORPOS & SOMBRAS

Vem ai...  Um evento que vai sacudir seus pensamentos....



O QUE É ?

O “Cabaré Corpos & Sombras” é um espetáculo-festa, com atrações distintas de: circo, teatro, dança, música, performances, intervenções cênicas, artes visuais, literatura e muita festa ao som de Bandas sensacionais. As apresentações são conduzidas por um Mestre de Cerimônia que faz a integração dos Artistas e publico.


QUEM FAZ?
O "Cabaré Corpos & Sombras" é uma ação do grupo Corpos & Sombras - Teatro e Circo em parceria com a Sociedade Ginástica de São Leopoldo/RS.

OBJETIVO
Este projeto tem como objetivo, transversalmente a este espetáculo-festa, ativar as relações artísticas, fortalecer a parceria, o desenvolvimento social, humano e o movimento da Arte e sua diversidade cultural Brasileira / Leopoldense.


Os ingressos já estão a venda, com desconto, na secretaria da Sociedade Ginastica e na Recepção da CDL.

Até o dia 10 de dezembro - R$ 20,00.

Garanta já o seu!




CONFIRA AS ATRAÇÕES:

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

DARK ARTS por Asmahan Escola de Artes Orientais

DARK ARTS Fusão Étnico-Contemporanea
Com a experimentação criativa do TRIBAL FUSION ao longo dos anos, algumas vertentes e interpretações autorais começaram a surgir, entre elas, influenciada pela estética da sub cultura gótica e vitoriana, o Tribal Gótico, que mais tarde tornou-se conhecido como DARK ARTS.
DARK ARTS foi o termo primeiramente utilizado pela bailarina americana da Califórnia, Ariellah para definir a fusão do ATS e FUSION com esses elementos da subcultura gótica.

Sendo ela considerada a criadora e principal representante dessa linha. 



Com uma uma proposta de dança-teatro, Jhade Sharif mescla elementos contemporâneos de sua pesquisa em expressionismo alemão, Butoh (dança-teatro japonesa), para compor um Dark Arts que contém elementos perturbadores, gestuais e densos, que refletem sentimentos profundos da alma humana e propõem tirar o espectador de sua zona de conforto e faze-lo entrar em contato com suas emoções.





ATS® por Asmahan Escola de Artes Orientais

Estilo Tribal Americano (ou ATS®) é o nome dado à dança criada pela diretora do grupo  FatChanceBellyDance®, Carolena Nericcio, em São Francisco, Califórnia, na década de 70  e consiste na fusão de elementos (movimentos de quadril da dança oriental, braços de flamenco, visual com caráter étnico/folclórico) e improvisação coordenada em grupo.
Em 1974, Carolena começou a dançar com Masha Archer e o San Francisco Classic Dance Troupe. O estilo de Masha era uma mistura eclética do egípcio clássico (Dança do Ventre), folclórico e qualquer outra influência que ela achava atraente. Masha, que era também pintora e escultora, estimulava suas alunas a criar a arte através da dança. Em 1987, após o fim da San Francisco Classic Dance Troupe, Carolena começou a ensinar em um pequeno estúdio no Noe Valley Ministry. Seu objetivo era ensinar as pessoas a dançar para que ela pudesse ter parceiros de dança.
Sendo jovem e tatuada, Carolena atraiu outros jovens que tinham o mesmo estilo de vida alternativos. Movimentos alternativos modernos também estavam em andamento e por este motivo tatuagens e estilos primitivos de adorno corporal eram a moda. Carolena e seus alunos realizaram shows em convenções de tatuagem e se tornaram conhecidos na cidade.
Quando a necessidade de um nome para o grupo de dança surgiu, um amigo sugeriu FatChanceBellyDance por ser uma rima divertida, com base nas perguntas bobas que muitas vezes as dançarinas precisam ouvir daqueles que pensam que dança do ventre é apenas um entretenimento exótico para seu prazer pessoal. Em outras palavras, a resposta é adoravelmente irônica: "Grande chance de você pode ter um show privado!" 
Como Carolena e FatChanceBellyDance® possuíam horizontes ampliados, algumas pessoas adoraram o novo estilo, outros abominaram a quebra de uma dança mais tradicional. 

Finalmente, o estilo foi chamado Estilo Tribal Americano (American Tribal Style®) de Dança do Ventre", um nome que distanciou ATS® dos estilo tradicional egípcio beledi. A palavra "americano" deixou claro que ATS® era claramente uma invenção americana, não é um estilo de dança tradicional. "Estilo Tribal", descreveu os bailarinos que trabalham juntos como um grupo, uma tribo.
De volta ao estúdio, o sistema foi evoluindo. Devido à natureza casual de oportunidades de shows do FCBD®, a dança foi em grande parte de improviso. Simplesmente não havia um caminho, ou uma necessidade para coreografar porque o espaço da apresentação era frequentemente alterado no último minuto, sem ensaio prévio ou qualquer informação sobre o espaço de atuação.
Duetos, trios e quartetos trabalhavam em formações definidas. Se o palco era de dois lados, ou se o espaço de dança era em arena, as dançarinas poderiam virar a liderança na direção oposta. Em outras palavras, enquanto os dançarinos ficaram em formação, o grupo poderia ir para qualquer direção e a liderança poderia mudar, dependendo do local do público. Carolena havia desenvolvido pistas para cada passo ou combinação, geralmente um braço ou o movimento da cabeça que poderia ser facilmente visto. Ela descobriu que, todas os movimentos começavam com um gesto para a direita, as dançarinas tendiam a inclinar para a esquerda, permitido que a tribo visse claramente a bailarina principal.
Os trios e formações são o brilho do ATS®. Muitas vezes despercebido por causa dos trajes elaborados, música emocionante e beleza das mulheres que dançam junto, formações e sugestões são a âncora da coreografia improvisada. Mesmo ocasionalmente, uma coreografia é criada em torno da lógica das formações e sugestões de movimentos.
O conceito básico permanece o mesmo: líder para a esquerda, seguidores para a direita. Preste atenção para a interação entre os bailarinos, que sempre tem sua atenção treinada para a posição de liderança, buscando a deixa para a próxima etapa. Quando os dançarinos se enfrentam e fazem contato com os olhos, a liderança é neutra, caindo para o dançarino que se apresenta na próxima sugestão de liderança. 
Permita-se ver toda a imagem: mulheres que trabalham juntos em cooperação, um grupo focado em apresentar a dança como uma entidade única – o bando de pássaros!

terça-feira, 11 de novembro de 2014

BINDIS

“A beleza de uma mulher é multiplicada mil vezes quando usa um bindi." (Provérbio Hindu) 

Sempre adorei este acessório! Não sei explicar exatamente porquê, mas tenho uma grande paixão por eles: os BINDIS! E me identifico tanto com o provérbio acima, que se não fosse tão "incomum", usaria todos os dias um diferente, afinal, sair igual árvore de natal é comigo mesma! (Isto porque vocês não viram que eu vou para o trabalho, a pé, ensaiando meus snujs... sou fã da otimização do tempo!)
Pedi para minha querida Krishna, comentar algo sobre o uso deste acessório, para me esclarecer um pouco mais, ela me passou um texto, que transcrevo para vocês:
"Mesmo sendo perguntada sobre isto muitas vezes, ainda fico um pouco surpresa de como responder. De todos os belos ornamentos que uso enquanto danço, o pequeno ponto brilhante entre as sobrancelhas é o mais importante para mim. É o toque final ao traje da dança indiana perfeito, tanto clássico, quanto contemporâneo. Em um nível mais pessoal, me faz lembrar do dia mais emocionante e especial: quando concordei em andar ao lado do homem mais maravilhoso do mundo, para o resto da vida.
No dia do meu casamento finalmente tive o privilégio de usar o sagrado bindi vermelho, como as mulheres de origem indiana têm feito por gerações, um sinal de castidade e compromisso com o nosso único e verdadeiro amor.
O bindi, que vem da palavra sânscrita "bindu" - que significa gota ou ponto, é uma decoração tradicional, usada especialmente pelas mulheres, do Sul da Ásia, especialmente na Índia. O bindi é uma forma de adoração do nosso terceiro olho, a residência de inteligência pura. No hinduísmo, vemos homens e mulheres usando esses pontos vermelhos ou gotas, feitas a partir de vermelion vermelho ou amarelo. Diz-se também que as mulheres são consideradas como Srimati Lakshmi-devi, ou Deusa da Fortuna, e vermelho é uma cor auspiciosa.
Então, quando uma mulher se casa, ela traz toda auspiciosidade e boa sorte para sua casa, usando o bindi vermelho entre outros itens. O bindi também afasta o mau-olhado. Algumas mulheres acreditam que quanto maior o bindi, mais fortuna virá a sua casa. Quando faço uma apresentação de dança Bharatnatyam (dança clássica do sul da Índia), gosto de usar um bindi simples, vermelho, como uma lágrima. Mas durante uma performance de Bollywood, gosto de usar uma cor e estilo para combinar com a minha roupa.
Tradicionalmente, bindis são apenas um pouco vermelion em pó, aplicado com a ponta do dedo anelar, as mulheres casadas também colocam um pouco do vermelion no meio de seus cabelos, logo acima da testa. No entanto, existem muitos tipos diferentes de Bindis. Eu, pessoalmente, adoro bindis auto-colantes. Às vezes é um pequeno ponto vermelho, às vezes um fabuloso e extravagante, com cores diferentes, strass, pequenas pérolas e fios de ouro em uma longa forma. Seja qual for a ocasião, um bindi é um must!
DICA BACANA! Se você não tem vermelion ou bindis adesivos, use um pouco de batom ou até mesmo lápis de olho para fazer um belo bindi vermelho!
Em ocasiões especiais, algumas mulheres gostam de usar "gopis dots" que são pontos decorativos a partir do bindi, passando por cima das sobrancelhas e terminando sob os olhos.
Hoje em dia, os bindis tornaram-se uma declaração de moda. Um acessório facial bonito, algo para combinar com uma roupa linda! As mulheres estão usando bindis agora mais do que nunca!
Seja qual for o caso, ou ocasião, use seu bindi orgulhosamente!" (Narayani)



De tanto querer as peças maravilhosas, que eu só via no exterior, comecei a me aventurar na confecção de algumas peças, e surgiu, bem timidamente meu espaço: Bukuri Atelier, que vai comercializar peças únicas.

Espero que vocês tenham gostado da matéria!











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segunda-feira, 10 de novembro de 2014

DANÇA TRIBAL por Asmahan Escola de Artes Orientais

As primeiras apresentações conhecidas por Estilo Tribal foram apresentadas por grupos que se revezavam em apresentar danças de vários tipos, ditas “folclóricas” do Oriente Médio em feiras regionais na Califórnia, em meados de 1968. Naquela época o termo não existia e o número teatral era simplesmente considerado entretenimento por seus expectadores e participantes.
 
Dança Tribal Fusion é parte do movimento de Dança do Ventre Estilo Tribal, que começou na área da baía de San Francisco, Califórnia, em 1967, fundado por Jamila Salimpour. 
Jamila Salimpour ensinou Masha Archer, uma feminista e visionária que procurou eliminar o estigma machista que tinha sido anexado a Dança do Ventre desde de meados do século 19. 

Masha Archer ensinou Carolena Nericcio que mais tarde iria formalizar e codificar o que hoje é conhecido como American Tribal Style (ATS). Depois de dançar com a companhia de Masha Archer, o San Francisco Classic Dance Troupe, e após o término do grupo, Carolena Nericcio começou a ministrar aulas em 1987. 

Jill Parker estudou ATS com Nericcio, tocando com Carolena o grupo fundador do ATS, o FatChanceBellyDance

Após deixar o FatChanceBellyDance, Parker formou o UltraGypsy em 1996, e ensinou sua nova experimentação com o ATS para muitos estudantes e inaugurou assim um estilo derivado do ATS, o Tribal Fusion.

São duas as principais modalidades de Dança Tribal
Tribal Fusion - é um estilo de dança solo ou grupal, que fusiona movimentos de ATS com hip hop popping, krumping, dança contemporânea e moderna . O Fusion propõe a desconstrução dos elementos de ATS, mediante a tendências musicais experimentais, que mesclam batidas eletrônicas e músicas folclóricas mundiais. Desta idéia original, mesclar o ATS com elementos e dança urbana, surgem inúmeras possibilidades estéticas, como fusões futuristas, vintage, tango e danças brasileiras.
American Tribal Style (ATS) - ATS (American Tribal Style) é um estilo de dança grupal, moderna e de improviso que mescla Gawazee (dança das ciganas egípcias), Flamenco e Dança Clássica Indiana, nascida na década de 70 na Califórnia (EUA) e é a base para diversos outros estilos de Dança Tribal, chamados de Tribal Fusion. No ATS não existe dança solo, é sempre em grupo, ou “em tribo”.
FATCHANCEBELLYDANCE




domingo, 9 de novembro de 2014

5A CIA DE DANÇA - PB

Grupos Brasileiros: 5A CIA DE DANÇA


A 5A CIA DE DANÇA é um grupo que não se resume apenas a coreografias, nem está sempre dançando juntas vem com o objetivo de promover eventos em todos os segmentos culturais, pois entendemos que essa também uma forma de melhor disseminar a cultura dos nossos estilos em dança. Estamos produzindo os eventos de outros artistas e, ao mesmo tempo, oferecendo nosso conhecimento. Deste janeiro de 2013 promovendo eventos e intervenções artísticas.

O grupo tem sua formação original com as bailarinas: Andréa Monteiro, Alecsandra Matias, Anna Patrícia Brasileiro e Anne Mel com estilos diferentes de dança.

O grupo fará sua primeira performance em dança tribal Gpysy com as bailarinas e professoras Andréa Monteiro e Alecsandra Matias e contará com a participação das alunas do Centro da Juventude do Bairro do Rangel alunas da professora Alecsandra Matias,    dia 07 de dezembro de 2014 às 17hs no Teatro Ednaldo do Egypto no I FESTIVAL DE DANÇA, promovido pela 5A CIA de Dança contando com diversas atrações em dança,  ventre, tribal, dança cigana entre outras.

Maiores Informações: FANPAGE  5ACIA DEDANÇA | EVENTO DO FESTIVAL
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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

PODCAST - REBECA PIÑEIRO



Vocês já ouviram o podcast produzido pela Sala de Dança que teve como tema o Tribal?

Uma entrevista muito legal e esclarecedora com Rebeca Piñeiro:

Hoje Carol LouroValéria AlvesBruna Milani e O Diretor conversam com a bailarina, professora de ATS (American Tribal Style) e Tribal Fusion Rebeca Piñeiro.
A convidada fala sobre as origens, os conceitos e fundamentos desses estilos e esclarece dúvidas muito comuns a seu respeito como a fama de “dança do ventre rebelde”, os trajes e a música.
Será que você realmente conhece o Tribal? OUÇA AQUI!

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sábado, 1 de novembro de 2014

TRIBAL FUSION por Asmahan Escola de Artes Orientais

Tribal Fusion é um estilo de Dança do Ventre, que começou em 1996, em San Francisco, Califórnia, com Jill Parker, que fundou o grupo Ultra Gypsy Dance Theater, a primeira companhia de dança Tribal Fusion. Jill Parker é muitas vezes referida como a "mãe de Tribal Fusion".  
No final de 1990 Jill e sua companhia de dança, Ultra Gypsy, começaram a reduzir a dimensão dos figurinos originais do tribal, expandir o vocabulário de movimento, o trabalho com a moderna música mista DJ e brincar com temas teatrais em suas performances. Isto teve um impacto significativo sobre dançarinos tribais e abriram-se as comportas da inovação Tribal Fusion. Um dos primeiros exemplos do trabalho de Gypsy Ultra foi filmado pelo programa de TV a cabo "The Cutting Edge", produzido por Jerry B em Berkeley, Califórnia, em 2001;. Dirigido e editado por D. Sosnoski.

Dança Tribal Fusion é um membro do movimento de Dança do Ventre Estilo Tribal, que começou na área da baía de San Francisco em 1967, fundado por Jamila Salimpour. Jamila Salimpour ensinou Masha Archer, uma feminista e visionária que procurou eliminar o estigma machista que tinha sido anexado a Dança do Ventre desde a era colonial de meados do século 19. Masha Archer ensinou Carolena Nericcio que mais tarde iria formalizar e codificar o que hoje é conhecido como American Tribal Style (ATS). Depois de dançar com a companhia de Masha Archer, o San Francisco Classic Dance Troupe, e após o término do grupo, Carolena Nericcio começou a ministrar aulas em 1987. Jill Parker estudou ATS com Nericcio, tocando com Carolena o grupo fundador do ATS, FatChanceBellyDance. Após deixar o FatChanceBellyDance, Parker formou o UltraGypsy em 1996, e ensinou sua nova experimentação com o ATS para muitos estudantes.
Stephanie Barto, uma estudante de Nericcio, trouxe o ATS para o Centro-Oeste com um grupo chamado Read My Hips, fundado em Chicago com Heather Stants. Durante o desenvolvimento precoce de Tribal Fusion, Heather Stants também trabalhou para introduzir novos elementos à Dança do Ventre Estilo Tribal, incluindo a estética, a música eletrônica, minimalismo e elementos da dança moderna. Em 1999, ela formou o grupo Urban Tribal Dance, em San Diego, em grande parte influenciada pelo hip hop e estilos de dança de rua. Em contraste com muitos outros artistas Tribal Fusion, o Urban Tribal Dance Company era conhecido por seu figurino minimalista mais tradicional na dança moderna do que do Estilo Tribal.
Read My HipsRita Bates, Jessy Daniels, Eliza Perry, Elizabeth Rothkopf and Stephanie Barto
No início de 2000, um afluxo de novos dançarinos se envolveram com o Tribal Fusion. O Tribal Fusion foi amplamente difundido por Rachel Brice e o TheIndigo (formado em 2003), que tornou-se reconhecido internacionalmente devido ao Bellydance Superstars. Rachel Brice estudou Tribal Fusion com Jill Parker e UltraGypsy em 2001. Mardi Love, pioneira no Tribal Fusion, foi um dos primeiros membros da Urban Tribal com Heather Stants, e mais tarde, ingressou no TheIndigo com Rachel Brice. Rachel Brice descreve a sua experiência de dança pessoal, como uma combinação de técnicas de Suhaila Salimpour, FatChanceBellyDance, Jill Parker e Mardi Love. Rachel Brice também contribuiu muito para a popularidade de movimentos similares ao popping, embora ela credita á ex-companheiro de grupo Ariellah Aflalo como a fonte. Membros iniciais do grupo de performance TheIndigo foram Rachel Brice, Mardi Love, Michelle Campbell, Sharon Kihara, Shawna Rai, Janice Solimeno e Ariellah Aflalo
The Indigo - Janice Solimeno, Ariellah, Michelle Campbell,  Rachel Brice
http://www.asmahan.com.br/a-escola/modalidades/162-danca-tribal
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