sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

WORKSHOP - FIGURINO

Workshop sobre "Pensamento Estético do Figurino Tribal"


No final de fevereiro pude participar, no Estilo Tribal Espaço Cultural, em Caxias do Sul, deste workshop que foi muito esclarecedor, em muitos aspectos. Ministrado por Marcos Vinicius Cardoso, que além de um estudioso das artes (atualmente concluindo o curso de Artes Plásticas na UCS), artesão, bonsaista e empreendedor, é marido da Professora de Tribal Fusion Gabriela de Lima. Ele quem inciou a produção e pesquisa dos seus figurinos, quando ela começou a dançar.

Além de termos uma ótima base teórica, com muitas fotos de muitas tribos e etnias, bem como uma passagem pelas nossas primeiras vestimentas - em couro e linho, agave, malva, seda - pudemos desenvolver nosso próprio "dread", nossa trança. Com diferentes nuances, cores, linhas, materiais, amarrações, tipos de nós. Furamos, cortamos, usamos o pirógrafo, até eu cortar o dedo, rs. Tudo ministrados numa tarde muito proveitosa.


De todo work, acho que o que me tocou mais profundamente é o modo como a Gabi e o Marcos entendem o TRIBAL e o modo como as peças que eles produzem são feitas: elas são únicas. Onde o acabamento deve ser impecável! Não tem esta de "do palco ninguém vai ver". Você vai ver! Você vai usar!!!


Cada cinturão é um amuleto de dança, cada dread é um amuleto para bailarina. Sempre há um propósito nas peças. Aquela vestimenta é o modo com que ela (a bailarina) se conecta com o público.

Hoje temos público e bailarina, mas há tempos, haviam sacerdotisas e os ofícios a serem oferecidos. Haviam as danças depois das caçadas. Haviam as danças nos encontros das tribos. Tudo tinha um porque maior de estar sendo feito. (Afinal não tinha TV né? Tribal era o entretenimento... )

Achei muito legal o Marcos ter nos lembrado desde legado, mesmo que simbólico, mas muito presente.


Galera do work: Marcos, Leandro, que nos ajudou com toda a parte de ferramentaria e que auxilia o Marcos na montagem dos figurinos, eu (sempre inventando moda), Tamires, Andressa, Madhavah.

Abaixadas: Sumara, Fabiana e Damiana.

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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

O TRIBAL NO BRASIL - RHADA NASCHPITZ

O TRIBAL NO BRASIL - RHADA NASCHPITZ


Profissional de Educação Física pela Universidade Gama Filho -RJ (2000), começou seu envolvimento com danças orientais em 1996. Iniciou seus estudos com a dança do ventre (Escola de Danças Ancestrais Gaia), mas acabou especializando-se em Danças Ciganas em 1998. Começou ministrar aulas e fazer shows, já como profissional, em 2002. Até 2005 participou de shows e eventos importantes dentro do metiê de Danças Ciganas, como dançando em shows do Músico Alexandre Flores e sendo membro da Cia Tzigane da Escola de Danças Ancestrais Gaia, entre outros. Sempre empenhada em pesquisa e estudo dentro da dança, participou de diversos workhops e se empenhou em estudos de Flamenco, Zambra, Ghawazee, Sulekule, Karsillama Gitana, Rumba Kali, Romanê, Dança Russa...A partir de 2005, ainda como sócia e professora do Espaço de Danças Rhada & Lucia, se ateve só à Shows , estudos e pesquisas dentro já do estilo TRIBAL , devido a seu compromisso com sua outra profissão de Designer de Jóias. Nessa etapa," desenvolveu" o estilo Gypsy Fusion, uma das vertentes da Dança Étnica Contemporânea, e começou estudo e pesquisa intensos dentro dessa nova forma de dançar. A experiência em Dança Cigana , que é fusion na essência, e em suas influências, contribuiu para seu ingresso definitivo na Dança Étnica Contemporânea TRIBAL FUSION . Acrescentando a influência Dark /Rock , outro lado marcante e peculiar de sua expressão artística , e ainda influenciada pela dança teatro e sua maior fonte de pesquisa Pina Bausch , aliado a estudos de danças contemporâneas e urbanas como o Hip Hop , Rhada começou a definir seu estilo e sua dança. Daí por diante se apaixonou de vez pelo TRIBAL e dedicando-se ao aprimoramento constante, decidida a se tornar profissional de Tribal Fusion e não mais ministrar aulas de Danças Ciganas Tradicionais, e sim apenas usá-las como fusão .Suas primeiras performances de Tribal Fusion eram mais Gypsy Fusion, mas com o estudo de ATS (workshops de Isabel de Lorenzo -Itália/ DVDS do FatChance, DVDS de Tribal Fusion), aulas de Hip Hop com Pedro Droppe, e workshops com as principais referências internacinais do Tribal Fusion que estiveram no Brasil como Sharon Kihara, Mardi Love, Geneva Bybee, e sua maior influência Ariellah Aflalo (com a qual também fez aulas particulares por skype), sua expressão e estilo foram se redefinindo.

Hoje seu trabalho como professora, coreógrafa e dançarina profissional pode ser caracterizado como Dark Arts. Uma das várias possibilidades dentro da Dança Étnica Contemporânea TRIBAL FUSION. Caracteriza-se por enfatizar uma estética expressionista e surrealista, forte teatralidade e certa carga dramática. Vertente inspirada nas várias cenas da cultura Dark/Gothic (noir, industrial ,burlesque, medieval, vitoriano...) e também em cenas urbanas como o rock`n`roll e o hip hop... Em todo um universo alternativo e contemporâneo, e indo também até o folclore Brasileiro. Isso tudo fusionado as danças orientais e étnicas.


Sua tendência ao Dark Arts já se manifestava na sua primeira performance Rock Fusion em 2007 com a Banda de Rock Matilha- Néctar RJ, e já ministrava aulas com essa proposta ,tornando-se a precursora do estilo ROCK FUSION no Rio de Janeiro, com a estréia oficial no SEGUNDO TRIBES BRASIL 2009 .Também ministrou o Primeiro Workshop de Rock `n` Fusion do Brasil, pela Escola de Artes Orientais Asmahan em 16/10/2010. Chegou a participar também do PRIMEIRO TRIBES BRASIL 2008, já com uma performance mais Gothic Gypsy. Foi depois do Tribes 2009 que seu estilo Dark Arts se consolidou, pois mesmo dentro da fusão Gypsy inseriu o contexto Dark que levou a caracterização de Gothic Gypsy. Já totalmente inserida no contexto de shows e eventos da TRIBO, em 2010 entrou para Equipe da Escola de Artes Orientais Asmahan ( pioneira no tribal do Rio de Janeiro e produtora dos espetáculos Tribes Brasil...), participando do TERCEIRO TRIBES BRASIL como membro da Cia.Caballeras, e ministrando o Primeiro Workshop de Gothic Gypsy.Também em 2010 ingressou na TRIBO MOZUNA DE ATS,com Aline Muhana e Nadja El Balady, diretoras. Sempre participando de diversos eventos, em 2011 novamente no QUARTO TRIBES BRASIL, Espetáculo Carpe Noctem, com ênfase teatral na sua performance, proposta de todo espetáculo, seu trabalho foi reconhecido e elogiado por Ariellah Aflalo, a maior representação do Dark Arts Internacional. Em 2012, juntamente com Jhade Sharif, diretora do Asmahan, trouxe para o Brasil o Espetáculo Gothla que surgiu na Inglaterra. O GOTHLA BRASIL é um espetáculo voltado para a Danças Étnicas Contemporâneas com ênfase no Dark Arts, no teatral... Por seu reconhecimento no Dark Arts Brasil, foi convidada para os Espetáculos Rara - Ávis Gothla Argentina e Raks Gothic Gothla Chile, levando com suas performaces , o Projeto DUABUS ARTIBUS - Music and Dance Duet , que desenvolve juntamente com o músico e produtor Ives Pierini que compõe músicas exclusivas para suas performances, e unem suas Artes no palco.

Rhada Naschpitz, desenvolve pesquisas dentro do Dark Arts e algumas disponibiliza em seu Blog , também o seu currículum completo. Ministra vários Workshops dentro das temáticas do Dark Arts, e vem desenvolvento desde início de 2012 uma pesquisa sobre os movimentos da Ave Corvo para transformá-los em movimentos na dança, que terá estréia no workshop The Crow Moves - MOTUS CORNICEM no GOTHLA BRASIL 2013.


E sempre estudando e sempre pesquisando...



Texto completo e vídeo:


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NÚCLEO DE DANÇA FÊNIX - BA

Inspirações - Grupos Brasileiros: Núcleo de dança fênix


O Núcleo de Dança Fênix é uma Academia de Dança Fundada em 2013 pelo professor, bailarino, figurinista e coreografo Lucas Afonso que sentiu a necessidade de mudar e se renovar da cinzas com a FÊNIX. 

Esta academia é descendente de vários grupos como o Cia. de Dança Talentos que não atua mais. 

Lucas Afonso desde criança tem paixão pela dança e vem desenvolvendo seu trabalho junto com a população coiteense que abraçou a Dança de uma forma imensa. Muitas bailarinas passaram por nós e hoje nos deixam lembranças maravilhosas hoje temos o orgulho de mostrar para as pessoas varias bailarinas que exibem seu brilho e sua arte. 

Hoje renascemos das cinzas e temos o orgulho de mostrar para todos que somos vencedores pois estamos até hoje levando a dança para outras cidades e assim como Coité nos recebem com braços abertos. E é com grande prazer que nos oferecemos aulas de dança do ventre com a professora Milena Valois grade bailarina Soteropolitana e Tribal Fusion Lucas Afonso e em breve mais aulas de danças para vocês!

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Conceição do Coité | 075 9247-6070 | nucleodedancafenix@hotmail.com
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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

OUÇA AQUI! - So Moody

#quiet #dark

MULHERES DE PUNJAB - SP

Inspirações - Grupos Brasileiros: Mulheres de Punjab India
Grupo de danças étnicas, danças indianas, ATS, Tribal Fusion, Tribal Brasil, danças africanas, folclore árabe, etc. Vinhedo - SP. - Tel: 19-9641-1851 
Beth Ramos Fallahi - Esse grupo de danças étnicas surgiu á alguns anos atrás, através de reportagens sobre o que acontecia em Punjab na Índia, sobre o sofrimento da mulher nessa região em particular, no globo repórter eu vi um protesto delas que elas usavam bastões e dançavam pelas ruas em protestos pela violência que sofriam. Nossa primeira coreografia: 
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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

TRIO MAGIAR - RS

Inspirações - Grupos Brasileiros: Trio Magiar
Bailarinas: Hölle Carogne e Andressa Passos, participação do músico Maicon Ribeiro na percussão.

Este trabalho coreográfico foi criado, inicialmente, para o evento Noite Tribal, realizado no Pub A Taberna em Porto Alegre, mas foi apresentado também, no Sarau Artístico da Ong Ambiental Daterra, em Estância Velha.

A ideia da coreografia surgiu do interesse das duas bailarinas pelo xamanismo e sua mística de auto-conhecimento. O enredo originou-se a partir de pesquisas e experiências pessoas de Hölle e Andressa. A música foi carinhosamente escolhida e o clima preparado com muito cuidado para que o público conseguisse captar nossa intenção.

Com alguns momentos bem marcados, outros improvisados, este trabalho trás consigo uma história cheia de sentimento e superação.

A união das bailarinas e do músico, após a realização deste trabalho, deu origem ao Trio Magiar, que pretende seguir sua trilha com mais e mais surpresas bem intensas para vocês!


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O TRIBAL NO BRASIL - JHADE SHARIF

O TRIBAL NO BRASIL - JHADE SHARIF

"Posso dizer que minha única mestra de dança foi Yasmin Anukit e a dela devo meu amor e principalmente respeito à Arte a qual me dedico. Me sinto feliz em tê-la tido como professora e confesso que dei sorte, pois na época que comecei a aprender eram poucas as mulheres que se dedicavam à esta Dança.


É claro que fiz inúmeros curso de dança, de movimento, de anatomia, porém mergulhei fundo nos ensinamentos de Yasmin porque na minha visão, a Dança é um verdadeiro caminho espiritual. Cultivo o respeito aos mestres, porque eles fornecem sua energia para nós, doam parte de suas vidas em prool da sabedoria.

Sempre gostei de animais, e queria ser veterinária, mas na última hora, parti para a Biologia. Sou pós-graduada pela Universidade Santa Úrsula, e como boa taurina, amo a terra, a vida, as cavernas, o mar, a Arte e os trabalhos manuais: desenho e pintura a óleo, aquarela e pintura em seda e ainda gosto de escrever pequenas poesias. Acho que faz parte da natureza humana estar em contato com as outras expressões da natureza e para mim o contato com a vida do planeta faz parte natural do processo da vida.

Comecei a dançar pequena, como tantas outras menininhas no ballet. Mas acho que não levava muito jeito para a coisa, (aquelas piruetas ao longo da sala acabavam comigo...).

Bem, muito tempo depois vi a tal da Dança do Ventre na TV, passei a colecionar fragmentos das apresentações: eu deixava uma fita preparada no vídeo e quando aparecia dança, um beduíno, um camelinho sequer, eu GRAVAVA! Fiz duas fitas de vídeos só com os 'pedacinhos de dança' ou de coisas relacionadas. Vários pedacinhos!!!

Tinha uma amiga que tinha uma única fita cassete com música árabe, a qual fiz uma cópia e ouvi até gastar (literalmente) e finalmente um dia resolvi procurar alguém que me ensinasse dançar corretamente. Isso foi em 1995.

Sai daquela aula transformada! Me sentindo linda, maravilhosa e com um poder formidável! Mas as aulas seguintes não foram fáceis, eu tentava fazer os movimentos e não conseguia, eu ria, ria desesperada (lembro-me que eu parecia um "patinho feio" perdido na sala de aula), mas insisti, não desisti, permaneci lá firme-e-forte.

Estudei a Dança todos os dias, alguns movimentos fáceis, outros dificílimos, mas sem nunca desistir. Conto várias vezes que demorei uma semana para conseguir fazer o "oito para baixo", treinando duas horas por dia, até finalmente conseguir. Era muito, e ainda sou, muito dedicada em um pouco perfeccionista demais, mas quando eu gosto de alguma coisa eu estudo com prazer.

Assim, com esta nova transformação, vislumbrei um universo!
Me aprimorei, me tornei professora e passei a ensinar o que aprendi. Realizei cursos e ministrei inúmeras palestras sobre auto-estima, feminilidade, dança e história oriental.



Eu também amava meus trabalho com comunicação e artes gráficas, mas foi a dança que me deu alguma esperança e um rumo a seguir, porque sempre fui conectada com os poderes femininos e dos antigos cultos á Deusa. Adoro o poder criativo em atividade e sempre busco a chance de poder "passar" às minhas alunas estes "poderes" ancestrais, assim como minha mestra passou esta energia à mim através da dança e que, definitivamente me tirou da vida comum.

Com o tempo surgiu uma vontade e uma certeza: que a dança feminina precisava de um recanto só dela. Um local tranquilo, onde não tenha pessoas em suas malhas de ginástica, pesos e música de malhação para aflorar. Sempre tive esta certeza dentro de mim. A dança merece e deve ter um "templo". Depois de muito tempo surgiu a oportunidade para criar meu meu próprio espaço, acho que de alguma forma, foi um mérito conseguido e um grande oportunidade de criar uma nova realidade em minha vida.

Asmahan foi uma cantora muito famosa. Sua origem nobre, como princesa druza, me remeteu à nobreza da mulher elegante e forte e por isso gostei que seu nome fosse colocado na escola. Seria algo como Asmahan - pequena preciosidade do oriente, uma jóia incrustada na cidade caótica. Um lugar para que a dança atuasse em sua plenitude sobre o corpo feminino, conectando com o que há de mais puro e assim sagrado dentro nós: os poderes ocultos do ventre. Eles estão em nós, clamando para serem acordados. Somos criadoras do nosso mundo, com nossos pensamentos.

A Dança traz dignidade e respeito próprio, resgando os valores humanos. Dançar dá ao corpo elegância, agilidade e reflexo motor." Jhade

Texto copiado de seu site: http://www.jhadesharif.com/bio

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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

AL-MÁLGAMA - RS

Inspirações - Grupo Brasileiros - Al-málgama
Al-malgama trata-se de um centro de aulas especializado em Dança Tribal, tento aulas regulares e workshops frequentes de de diversas modalidades de artes que se relacionam de alguma forma com a Dança tribal. Professora e Diretora: Bruna Gomes 

Mais fotos no álbum: Inspirações - SUL

Porto Alegre - RS | (51) 8403-4254 - almalgama@yahoo.com.br


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domingo, 23 de fevereiro de 2014

DAKINI NÚCLEO DE DANÇAS - RS

Inspirações - GRUPOS & Cias Brasileiros - Dakini Núcleo de Danças
Dakini Danças Femininas - Bento Gonçalves RS - Professora Claudia De Marco | Grupo de bailarinas e professoras de dança de Bento Gonçalves e Garibaldi (RS), que amam as danças árabes, ciganas, orientais, tribais, flamencas e tudo do gênero.


Breve histórico do Grupo - O grupo Dakini de iniciou suas atividades em 2001 sob a direção da professora Tati Cattani. Um trio de bailarinas sentiu a necessidade de obter experiência de palco e divulgar a Dança do Ventre e o Folclore Egípcio em Bento Gonçalves, lutando contra o preconceito em torno destas artes milenares, tão distorcidas pelo ocidente, que ainda as associa ao erotismo e a vulgaridade. A primeira apresentação foi em Maio de 2002, e a partir daí, para públicos pequenos, festas particulares e eventos municipais e regionais. A partir de 2004 o grupo passou a participar de concursos e demais eventos de dança pelo Estado, obtendo experiência e sendo premiado nos festivais de Lajeado, Bento Gonçalves, São Leopoldo e Festival de Dança do Ventre do Rio Grande do Sul. Neste período, trabalhávamos com a Dança do Ventre e o Folclore Árabe, com ênfase nas danças egípcias.

A partir de 2007, através de workshop realizado com a professora Karina Iman, o grupo inicia seus estudos sobre o estilo Tribal, experimentando na Dança as fusões étnicas da World Music, utilizando o vocabulário de movimentos da Dança do Ventre, Folclore Árabe, Danças havaianas, beduínas, Indianas e Flamenco, aliados as técnicas respiratórias da Yoga.
Atualmente sob a direção da professora Claudia De Marco, o grupo mantém seus objetivos iniciais: Ensinar e divulgar a essência das Danças de Origem Milenar, devolvendo as mulheres o direito da dança solo, suprimido na quase totalidade do ocidente. Dançar sem sapatos, sem couraças e proporcionar a convivência das mulheres entre si, trocando experiências. Valorizamos tais artes como forma de expressão da Alma de meninas e mulheres, lutando contra o "esmagamento da natureza instintiva feminina" (descrito por Clarissa Pinkóla Estés) que ocorre devido as crescentes exigências profissionais e ao ritmo frenético da vida urbana de nossos dias.

Em Outubro de 2009, o grupo apresentou sua primeira coreografia de Dança Tribal no Festival de Danças do Mercosul - Bento em Dança, obtendo o 1º lugar no gênero Folclore de Projeção, trio adulto.


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O TRIBAL NO BRASIL - PAULA SAMPAIO

O TRIBAL NO BRASIL - Paula Sampaio - 2006

Paula é professora regular da escola Templo de Ìsis, em Campinas, além de ministrar workshops em várias cidades do interior paulista e alguns estados brasileiros. Estudiosa de dança do entre desde os 12 anos de idade, inclui em sua formação curso de formação de professoras com Lulu Sabongi em Itú.


16 anos de balé clássico dos quais 3 foram na academia de balé Juliana Omatti , 3 anos de dança moderna,academia Gira Dança de São Paulo , 2 anos flamenco com a professora Lélia na academia Juliana Omatti. Um ano de dança de rua com o Grupo Eclipse de Campinas,ganhadores de muitos concursos internacionais, trazendo para sua dança elementos do repertório de diversas bailarinas árabes e das outras modalidades de dança.

Foi jurada e convidada especial no maior evento de dança tribal no país, o Encontro Internacional TRIBAL Y FUSION –São Caetano do Sul, da escola Bele Fusco, em 2009, ocasião em que dividou palco com grandes nomes internacionais da Dança do Ventre e Dança Tribal. É parceira (não mais integrante) da Cia Xamã Tribal que possui sede em Natal e filiais no Rio de Janeiro e São Paulo.


Premiada duas vezes como destaque tribal,em Campinas.
Texto extraído do site: MAPEANDO O TRIBAL NO BRASIL.

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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

O TRIBAL NO BRASIL - MARIÁH VOLTAIRE

O TRIBAL NO BRASIL - Mariáh Voltaire - 2005

Antes de ser Mariáh Voltaire, era apenas Mariáh Marques. Começou a fazer Dança do Ventre com a Dionara Fernandes em Curitiba juntamente com sua mãe Bety Damballah. No início foi tudo lindo, mas logo Mariáh começou a se irritar com as aulas, porque havia competição entre as alunas para ficar em frente ao espelho, os figurinos eram muito brilhantes e muitas das músicas eram chorosas... Ela não teve a paciência de conhecer o lado folclórico da Dança do Ventre, resolveu parar. Em um dia inesquecível, chegou de Boston um DVD de um festival de Belly Dance que a amiga de sua mãe tinha mandado, então as duas foram assistir, eis que de repente entra um grupo com mulheres tatuadas, de turbantes e com uma postura imperiosa em cima do palco. O corpo arrepiou-se inteiro. O que era aquilo? Anotaram o nome do grupo: Fat Chance Belly Dance. Foram atrás de informações sobre o grupo e o estilo da dança. Descobriram então o Tribal America Style, além outros grupos.


O nome Damballah foi tirado de uma lista de nomes infernais que um amigo da Mariáh lhe deu no ensino médio. O nome Damballah quer dizer O Deus Serpente do Haiti.


Acharam tudo lindo, logo foram montar a primeira coreografia, que teve sua estreia no Festival Nacional Dança Curitiba 2005. Foi um fracasso! Na primeira apresentação ninguém aplaudiu, tinha um grilo ao fundo fazendo cri..cri..cri..


Mesmo assim não desistiram e continuaram pesquisando e dançando. A primeira formação do grupo teve quatro integrantes: Mariáh, Bety, Rossana e Pricsila. O grupo estreou sua primeira coreografia no 13º Festival de Dança do Ventre do Teatro Fernanda Montenegro, diferente da primeira vez, receberam muitos aplausos.

Mariáh Voltaire é Co-Criadodora do grupo Damballah e em 2009 conseguiu seu DRT de bailarina de Tribal profissional. Grande conquista.

Em 2010 Mariáh Voltaire começou suas pesquisas em Videodança, o seu TCC de graduação em Artes Visuais com Ênfase em Computação teve como tema: O CORPO IMAGEM, tirando a nota máxima. Em consequência expôs sua videodança: Isolado no MAC (Museu de Arte Contemporânea do Paraná). Primeira videodança dentro do universo tribal, que anteriormente só era reservado para a dança contemporânea.

Em 2011 mudou-se para Lisboa, onde conheceu o grupo Mahtab de dança tribal. Participou de alguns eventos em Portugal, dançando em um bar marroquino, onde a dona era brasileira, foi súper bem recebida! Além de pagar apenas 25 € em um work de 4h com a Sharon Kihara, o que seria impossível aqui no Brasil.

Além de participar do videoclip: Praematurus Incubus (Jorge Pescara & Marc Jung) ao lado da bailarina Renata Puntel.

Depois que voltou para o Brasil começou a promover junto com a Bety Damballah e Aline Elena Haflas de Tribal temáticos, que fazem o maior sucesso entre todos que participam. Os Haflas aconteciam a cada 3 meses, todos com uma temática diferente. O mais famoso é “El dia de Los Muertos”, as tribalescas se empolgam com as pinturas e figurinos. Por motivos de mudança em 2013 os Haflas pararam, mas não por muito tempo, logo terá um lugar todo especial para as próximas edições.

Suas pesquisas no meio acadêmico ainda continuam em cima da videodança, mesmo na área de Licenciatura em Artes Visuais.

Com a vida agitada, pelos estudos e pela busca em mudar de profissão, de designer gráfico para professora de Artes e em longo prazo para professora Universitária, Mariáh Voltaire está voltando em ritmo lento aos estudos de dança Tribal. Em 2013 iniciou suas duas pós, uma na área da educação e outra na área de gestão cultural, além de ministrar oficinas de videodança para bailarinas de Tribal Dance e Belly Dance.

Em breve teremos mais materiais de pesquisa sobre a videodança na Dança Tribal.



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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

OUÇA AQUI! - G.I.P.S.Y. and Muzica Lautareasca

#gypsy #world #turkish #romanian #brass

OUÇA AQUI! Move Your Belly

#world #dance #bellydance


COMPANHIA DE DANÇA CIGANA AL-ANDALUS - RJ

Inspirações - GRUPOS & Cias Brasileiros: Companhia de Dança Cigana Al-Andalus
Companhia de Dança Cigana fundada pela bailarina e professora Alessandra Tubbs (uma gadji carioca descendente dos ciganos Romnichals) em 2009 na cidade de Volta Redonda - RJ. 

Nosso trabalho é divulgar de forma correta a cultura cigana, e assim diminuir o preconceito existente. 

Mais fotos no álbum: Inspirações - SUDESTE
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O TRIBAL NO BRASIL - CIA ALLY HAUFF

O TRIBAL NO BRASIL - Cia Ally Hauff de Danças - 2005

O Grupo Áthala de Neo Tribal... estilo arrojado adaptado pelo bailarino e coreógrafo Ally Hauff (I.M.) criador deste estilo no Brasil, onde destaca fusão da raiz das danças tribais, com modalidades contemporâneas. Neste estilo, aplica-se não somente movimentos característicos de danças executadas em tribos, com fins ritualísticos e celebrativos, como também ritmos variados de danças orientais, tais como Danças Espanholas como o Flamenco e Cigano, Danças Árabes como folclore e percussão, Dança Indiana com embasamento clássico do Katak, Odissi e Barathanatyam, fusionado a um estilo moderno e agregando de forma única e singular, com Jazz, Ballet Clássico e Dança contemporânea. Em uma formação atualizada, hoje o Grupo Áthala agrega também fusões do mesmo, a ritmos ocidentalizados como o Ballroom Dance aplicando elementos de ritmos latinos.


O Néo Tribal é um estilo que usa de forma harmoniosa fusões trabalhadas em movimentos sinuosos, onde técnica de auto controle, força, articulação, flexibilidade e ritmo completam de forma única este ritmo tão admirado no mundo das danças orientais.Com os variados estilos existentes nas danças tribais, o Neo Tribal inicia com elementos do estilo ATS (American Tribal Style) , Estilo Tribal Fusion, Estilo Góthico ou Dark, Estilo Indian Fusion e Estilo Tribal Gipsy (ambos formatados por Ally Hauff e Luy Romero) E por fim todos os estilos fusionados com movimentos modernos e dinâmicos, compõe de forma pioneira no Brasil, o Estilo Néo Tribal. Luy Romero, bailarino e coreógrafo do Grupo Áthala de Néo Tribal e diretor da Cia Ally Hauff de Danças -SP, profissional na área desde 2006, executa de forma categórica e similar ao conhecido Tribal Fusion, porem com nuances bem versáteis com o estilo criado pela sua Cia, destacado por lindos trabalhos em grandes eventos, mostrando com muito bom gosto, criativas fusões do Néo Tribal.

DATA DE ATUAÇÃO DOS MESMOS:


Seu início oficial data do primeiro semestre de 2005, Sob a direção de Ally Hauff, onde se destacava com seu estilo arrojado e suas criações dentro da Escola Shiva Nataraj - SP, que criou o curso de DOC (Dança Oriental Contemporânea), modalidade que já fornecia as mesmas características do Tribal Fusion. A partir daí, com alto contato com parceiros do oriente como China e Índia, veio a seu conhecimento os trabalhos oficiais do Estilo ATS e Tribal Fusion, onde deu-se início a formação de seu primeiro grupo direcionado a trabalhar em cima desta base afim de transforma-lo em seu estilo próprio.


Em 2006, atuando fortemente no mercado da dança oriental com destaques em eventos de Dança do ventre e Dança cigana, recebeu inúmeras premiações e graduações de grandes nomes tornando-se referência e um dos poucos grupos que atuava neste segmento na época. Participando de Grandes festivais de dança, Ally Hauff tornou-se membro do CIAD - (Confederação Interamericana de Dança) recebendo apoio e grande prestígio. Ganhando espaço dentro deste mundo da dança, o Grupo atuou em grandes performances na Rede Hayat El Helwa, e destaque nos Encontros Internacionais Bele Fusco. O grupo apresentou-se também em outras cidades do estado em eventos regionais oferecendo incentivo e inspiração a futuros seguidores do estilo tribal. O Grupo também conta com participações especiais de renomadas bailarinas convidadas de outras cidades como Crys Eda ( Sorocaba/SP) e Jade Suhayla (Bauru/SP), que acrescentam com grande profissionalismo e talento seus estilos próprios mantendo um vinculo e apoio com o grupo. Em sequência aos trabalhos do Grupo Áthala em 2011, Luy Romero dirige uma nova formação de bailarinos, altamente qualificados, mantendo toda essência criada por Ally Hauff neste estilo, retoma suas atividades com um novo projeto em criação para formar o 1º grupo masculino de Neo Tribal do Brasil. Em Parceria com Titãs - Festival de Bailarinos Árabes, de Ali Khalih, o Grupo Áthala recebe destaque e apoio para criação, reunindo grandes nomes masculinos de todo Brasil para compor o elenco da formação deste sub-grupo, tornando-se uma das facetas do Grupo Áthala de Neo Tribal.

INTEGRANTES DO GRUPO:

Ally Hauff (Idealizador) | Luy Romero (Diretor/coreógrafo) | Patricia Muniz (Fornecedora de embasamento clássico) | Rosely SanchezMarlene Airam ( Fornecedora de estilo Gipsy) | Deyah MachadoSanny SassiMalluna MaishaVanessa Oliveira ( Fornecedora de técnicas Belly Dance) | Sonia Aliha | Luanna MaruyaCrys Eda (Bailarina convidada e fornecedora do Estilo Dark Fusion) | Leandro Costa (Fornecedor de Estilo Contemporâneo) | Fahir Sayeg ( Fornecedor de Estilo Belly Dance e Kocek)

ESTILO DO GRUPO: Neo Tribal - EVENTOS QUE ORGANIZA OU JÁ ORGANIZOU: Espetáculo Krabat - The Essence and mistery ( em projeto)


LINHA DE PESQUISA: Atualmente o grupo mantem como base de pesquisa profissionais de diversos segmentos como Flamenco, Dança Indiana, Danças Árabes e Ballet Contemporâneo.

Mais informações e vídeos:


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