segunda-feira, 20 de outubro de 2014

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Aqui estão nossas preciosas INSPIRAÇÕES!

PILARES - JAMILA SALIMPOUR

PILARES - MASHA ARCHER

PILARES - CAROLENA NERICCIO

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Jhade Sharif no rastro dos perfumes

"Nas palavras de nossa bailarina, se o aroma da rosa está para a dança do ventre, o jasmim está para a dança tribal, voltado para o interno como um movimento de auto-descoberta da própria força." Palmira Margarida

Conheci a Casa Alquímica, pois estava pesquisando sobre a maravilhosa JHADE SHARIF 

Uma busca no google e encontro este texto que mistura, aromas, memórias, sentimentos, e me apaixonei e me identifiquei ainda mais com as duas!


Jhade Sharif no rastro dos perfumes

A coluna Memória Olfativa é um teste aromático realizado pela Casa Alquímica com pessoas ligadas à arte. O objetivo é mostrar as várias facetas dos aromas, impossíveis de serem explicados em palavras, mas totalmente imaginativos. A Casa Alquímica deseja que através das memórias olfativas dos artistas que passam por aqui, você consiga entrar em contato  com as suas próprias memórias e seguir o rastro do mundo fantástico dos cheiros. 


Dessa vez unimos dança com aromas e para nos ajudar convidamos a bailarina do vente Jhade Sharif. Ela dança desde os 16 anos e conta que o exotismo dos movimentos e a estética orientalista a atraiu. Fundadora da Asmahan Escola de Artes Orientais, nos recebeu na sede de Botafogo, um lugar encantador que toda mulher deveria conhecer. Asmahan foi fundada em 2002 e é atualmente uma das escolas mais tradicionais de dança do ventre. O nome vem de uma cantora síria e significa pequena preciosidade, justamente o que acabara de se tornar aquele pequeno espaço em Botafogo, que no futuro teria mais duas unidades no Rio de Janeiro e uma média de 15 professoras. Um espaço especial e tranquilo no meio do caos da cidade - parada obrigatória para toda carioca que está à procura do seu feminino e de auto-conhecimento.

Vamos agora mergulhar no mundo dos aromas junto às sensações de Jhade Sharif, lembrando que o teste é realizado sem que o entrevistado saiba os nomes dos aromas.


Dama da Noite ...
Talvez, por ter sido o primeiro exalar do teste, a bela dama da noite abriu a imaginação de nossa convidada e os portais para a viagem ao mundo das especiarias aromáticas.

A chave foi o objeto sentido por Jhade. Esse instrumento místico nos religa com o desconhecido da natureza. O aroma que te leva ao portal do mundo mágico, às raízes do ser humano e a sua ligação com a terra.

Rosa Vermelha
A afrodisíaca rosa vermelha foi sentida na sua feminilidade mais sutil - a concepção, a geração de um outro Ser que só a mulher é capaz.
Jhade formou a imagem de um bebê assim que a rosa tomou conta do espaço. A mulher grávida é  a concepção do feminino externalizada, assim como a dança do ventre.

A rosa vermelha é o mostrar do ventre, o local da geração e de um poder intenso. Essa flor pode ser uma graciosa parceira energética da dança do ventre onde o feminino é mostrado ao mundo.

Jasmim ...
Um pequeno e frágil broto, mas com uma enorme flor na ponta foi a imagem que Jhade desenhou do jasmim. O aroma trouxe a sensação do poder da força interna. Quem olha por fora não tem idéia da força interior desse aroma! Para Jhade, o aroma do jasmim ressoa a fragilidade externa que desafia a natureza. É  uma pequena e frágil planta carnívora que o inseto desdenha mas é engolido por ela.
Nas palavras de nossa bailarina, se o aroma da rosa está para a dança do ventre, o jasmim está para a dança tribal, voltado para o interno como um movimento de auto-descoberta da própria força.


Patchouli
O antigo e místico patchouli foi a experiência mais interessante do teste. O aroma ao tomar o ar trouxe a presença de Chacal Anubis, deus egípcio da passagem entre o mundo dos vivos e dos mortos. Patchouli é o aroma do aterramento e meditação, amplia as energias e traz a transformação. Aterra o centramento oferecendo a segurança de seguir com o fluxo. Esse movimento é o próprio deus Chacal que trafega os indivíduos entre o terreno e o etéreo, o equlíbrio, os dois pesos da balança.



Pimenta negra

Parreiras de uvas, as bacantes, uma energia yang, a densidade de um ritual quase inconsciente. Vinho denso e a cor escarlate. Assim a pimenta negra apareceu. De fato, essa planta exala o aroma dessa energia densa, mas nem por isso mal, já que bom ou mal não existem, tudo é uma questão de concepção.

Musk Negro
De todos, esse foi o preferido da Jhade. O musk negro não é um aroma simples, ele muda suas nuança e cores, não se repete em nenhuma pele e, por isso, é muito refinado. Foi uma das principais notas nos perfumes no início do século XX. Musk negro é a Coco Chanel e todas as mulheres que passam um ar indecifrável e presença intimidadora, não em um sentido amedrontador, mas em uma sensação de mistério e exotismo. Eu arrisco dizer que se o musk negro fosse uma viagem seria o expresso oriente - refinado, misterioso, cheio de segredos, com muitas paisagens exóticas, porêm não menos refinadas!


... Se a Jhade fosse um aroma, seria o musk negro e vocês já sabem o porquê!

Ficou com vontade de dançar nesse lugar mágico?
Conheça a Asmahan Escola de Artes Orientais

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terça-feira, 14 de outubro de 2014

VÍDEOS - ZOE JAKES na Renaissance Faire

ZOE



The words you could hear after the performance, were, AWESOME! BEAUTIFUL, FANTASTIC, INTOXICATING, ETHEREAL... that was from all sexes, age groups, and nationalities. 


It was super-inspiring to me in an artistic sense, making me want to create animations, drawings, and paintings based on the theme. I am still working on them now! I must admit that I did like the old costumes better that the dancers wore, which were of different colors; green, red, orange, blue, etc, I think they were? I guess the all black was to produce more a sense of consistency maybe? I wish I know who they were so I could thank them for such breathtaking performances! 

I shot this video at one of the Renaissance Faire's in California (Glen Helen) a number of years ago. I think it was 2005? Please correct me if I am wrong? (The event is no longer held there sadly). That was an awesome event! The atmosphere was perfect. Notice "Zoe Jakes" in this video! She is one of the super-awesome dancers! 

I shot this video with a humble Canon ZR45MC Mini-DV camera (hey, that's all I could afford). I mounted it on a tripod, and we made sure to get a place right at the front seating area. The seats would fill up super-fast with this show! People would be left standing, and spilling out into the rest of the Fair area. Occasionally, people in the audience would wander in front of my camera, but hey, what can you do about that! :-( I had no training in filming at the time, although very keen! It was annoying when the tripod sticks a little when you are trying to smoothly pan across, or the zoom was too abrupt, and I only had one shot at this! Literally! This is only a 15 minute portion of the whole performance due to YouTube's restrictions on length of video. (Mark Trappett)


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terça-feira, 7 de outubro de 2014

JAMILA SALIMPOUR - TIMELINE

Timeline 

1926 
Jamila nasce. Seu pai, um siciliano que tinha morado no Oriente Médio, e que ficou fascinado pelas danças egípcias, iria imitar o que ele lembrava para sua família. Ela o chamava de seu Primeiro Professor de Dança Oriental. Na sua adolescência, ela estudou a dança em filmes egípcios. 

1942 
Ela montava um elefante enquanto fazia acrobacias no Ringling Brothers Circus. Em entrevista à revista Habibi, ela descreveu a vida de circo como difícil e e perigosa. Dormia em uma barraca lotada próximo ao trilhos do trem, e tinha um balde de água por dia para cuidar de toda a roupa para lavar e o seu banho.

1944 
Primeiro casamento, com um namorado da escola. O jovem casal mudou-se para Los Angeles, onde o casamento terminou rapidamente. 

1946 
Jamila iniciou sua carreira profissional de dança. 

1947 
Recém-divorciada, Jamila foi morar com uma família armênia/egípcia. Sua senhoria tornou-se sua amiga, e a levava para assistir filmes estrelados por famosas Dançarinas Egípcias, quando chegavam em casa tentavam recriar os movimentos. Jamila monta uma banda local com músicos amadores e começa a se apresentar em pequenas festas privadas, que foram, naquele momento, o único local aberto para ela. 

1949 
Começa a ensinar. Ela começa sua desenvolver sua famosa codificação de padrões de Dança e Manual de Snujs

1950 
Jamila, agora casada com seu segundo marido, um dançarino indiano oriental, é proibida pelo marido de dançar em público, mas ela está autorizada a ensinar e para ajudar o marido gerenciar sua casa de café, Nine Muses, que serve comida indiana e siciliana. 

1957 
A Fez (discoteca árabe) e a Greek Village em Los Angeles começam a incorporar música, canto e dança no seu entretenimento, dando início ao entusiasmo e interesse na música e dança grega e do Oriente Médio.

1958 
Jamila, divorciada novamente, muda-se para Sao Francisco e começa a se apresentar na famosa 12 AdlerEla também organiza apresentações de outras (agora famosas) dançarinas do Oriente Médio, incluindo Aisha Ali e Marliza Pons

1960 
Jamila torna-se a primeira mulher a possuir um clube do Oriente Médio, na Califórnia, a Bagdad Cabaret

1966 
Suhaila, sua filha, nasce. 

1968 
Bal-Anat, sua trupe lendária, é formada para apresentar no Renaissance Pleasure Faire em São Francisco, Califórnia. 

1978 
Jamila publica seu primeiro manual sobre dança em 1978. 


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