segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

ENTREVISTA - JOLINE ANDRADE

 ANA HARFF ENTREVISTA JOLINE ANDRADE
Texto do Blog Tribal Mind em Outubro 2012

O que você gosta de ver nas pessoas que trabalham no meio artístico?
Gosto do artista consciente dos pensamentos contemporâneos na arte e procuro me relacionar com aqueles que têm conhecimento das produções além do seu campo artístico. Que se alimenta de peças, filmes, performances, livros... Gosto de ver maturidade em discussões sobre obras e processos artísticos e admiro aqueles que têm um pensamento formado individualmente, sem influências, sem se proteger/esconder nas ideias do outro. Gosto de ver artistas independentes, ou seja, que escrevem sua própria trajetória sem se moldar nas estruturas de um outro artista, grupo ou instituição. Aprecio artistas livres de paradoxos.


ENTREVISTA COMPLETA:
http://tribalmind.blogspot.com.ar/2012/10/interview-joline-andrade-bra.html

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

TALVEZ...

Talvez o que ainda muito atrapalhe o entendimento do termo "Dança Tribal", sem nos atermos as divisões e subdivisões, é que a maioria das pessoas que não conhece nada sobre o estilo, quando ouve a palavra "tribal", diretamente relaciona com algo "primitivo", "selvagem".

Muitas vezes, nem a nova bailarina percebe que o termo Dança Tribal refere-se a "tribo", "núcleo", "pequeno grupo", talvez por desconhecer a história e a linhagem da dança, muitas vezes por ter se encantado pelo estilo tão diferente, pelo figurino, pela música, não percebe a sutileza do termo.

A essência da nossa dança é o grupo


É a troca que um grupo de pessoas faz, o quanto crescem e aprendem juntas. O quanto aparam arestas por um objetivo comum, o quanto aprendem sobre si, sobre os outros, sobre limites, sobre respeito, sobre amor, sobre gratidão.
Viver em tribo é viver em sociedade.

Dançar em tribo é dançar em sociedade.


É fazer concessões, ouvir opiniões contrárias, mas também aprender a dizer seu ponto de vista, é apertar seus horários para conseguir encaixar no horário dos outros, é respeitar um ponto de vista diferente do seu, pelo bem comum. É poder fazer escolhas, erros, poder mudar de opinião. Direitos e deveres.

É estar exposta a toda beleza do mundo, e suas mazelas também, afinal somos todos humanos (ainda bem!) e tudo se repete dia após dia, debaixo do céu.

Talvez, esta tal de "Dança Tribal" que eu venho tentando dar um nome, é bem maior que um conjunto de passos determinados por este ou aquele estilo, ensinados por este ou aquele mestre.

Talvez, esta "Dança Tribal" que habita em mim, é um modo de vida.

Talvez...

Carine Würch
21/jan/2015

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

NOVA PARCERIA

Anuncio com MUITO prazer uma nova parceria com nosso Blog e Fanpage:
É a fanpage Estudos Etno-culturais da Mell Borba.

Ela me deu permissão para repostar suas informações e seus estudos maravilhosos. 


Então, deixa de moleza e vamos estudar! :)


quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

TUTORIAL: APRENDA A COLAR SEU BINDI


Você adquiriu um Bindis novos, mas está acostumada com os que são auto-colantes?

E agora?

Como eu colo?


Companhe nosso passo a passo e tire suas dúvidas.

Outras perguntas, procure nossa página:










CRÉDITOS:

Criação e Edição - Carine Würch

Material para divulgação da Bukuri Atelier

Tutorial: Colas para Bindis

Trilha Sonora - Vas - The Inward Coil

Será que o que eu danço é Tribal?

Tem uma Maria, com quem eu debato muito. E olha que não são assuntos fáceis, mas a gente não tem medo de colocar o dedo na ferida, e pensar, se questionar, debater.

Desde que entendi o mundo do American Tribal Style, a nomenclatura, as raízes, meu mundo se abalou: será que o que eu danço é Tribal? Se não é, é o que? Quem qualifica ou desqualifica esta terminologia? Será que é tão difícil as pessoas se enquadrem numa terminologia correta - mas e o que é correto?

Do que tenho lido nos últimos meses, do meu ponto de vista - que não é acadêmico - só é uma opinião pessoal e muito suscetível a mudanças, caso seja convencida, rs - percebo que o termo "Dança Tribal", no Brasil, é um termo super abrangente, diferente de quando estamos falando do que é apresentado e aprendido nos EUA.

Lá é muito claro: TRIBAL  - ATS
                                       - TRIBAL STYLE
                                       - TRIBAL FUSION

O termo Tribal tem correlação com ATS - American TRIBAL Style, por isto o nome Tribal. Por consequência, tudo que derivou do ATS é Tribal. 

O Tribal não é Tribal porque é diferente da Dança do Ventre.

Aqui no Brasil percebo que há uma distinção. Tudo que fomos modificando, adicionando, fusionando, somando a Dança do Ventre, e transformando-a, se tornou o nosso Tribal.

Obviamente temos espaços que mantém a leitura vinda do ATS, e se fusionado com algo - Tribal Fusion.

Mas parece que aqui no Brasil temos o TRIBAL (como um nome geral , e não como uma derivação do ATS) e subdivisões:

- TRIBAL - ATS 
               - TRIBAL STYLE
               - TRIBAL FUSION      
- FUSÕES


Um texto para gerar questionamentos, não discórdia. 
Pois assim crescemos como um todo.

Sei que já houveram outras que se questionaram, e muitas outras que tem MUITO mais conhecimento e cacife que eu, para falar a respeito disto, mas era uma coisa que eu achei bacana compartilhar com todos, afinal, como eu disse:

Não sou dona da verdade, sou dona das dúvidas! {CW}