quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

DVD - AMERICAN BELLYDANCER (em inglês)

O DVD American Bellydancer é o primeiro longo documentário sobre a arte e prática da dança do ventre nos EUA. Dirigido respeitado Jonathan Brandeis, perspectivas históricas são afloradas, mas o foco é bellydance hoje.

A divisão masculino-feminino, a dicotomia Leste-Oeste desde 11 de setembro, e a controvérsia em torno do nascimento da primeiro trupe dança do ventre profissional do mundo, as Bellydance SuperstarsThe Desert Roses, se entrelaçam em meio a entrevistas e performances, com ícones da dança do ventre na América

Morrocos, Tamalyn Dallal, Philidas, Tiffany Hanan, Rachel Galob Ortega, e a franca Suhaila são os destaques, por último o produtor Miles Copeland é confrontado em suas idéias iniciais.

A formação do Bellydance Superstars e do Desert Roses junto com performances em Bali, na Indonésia e no festival Lollapalooza  a turnê pelos Estados Unidos oferecem um cenário e enredo. 

Os personagens Jillina, Ansuya, e Rachel Brice são particularmente fortes. 

Também apresenta Sonia, Amar Gamal, Kaeshi e Petite Jamilla

Quem estiver interessado em dança do ventre ou mesmo os bastidores funcionamento do negócio do entretenimento vai encontrar o filme fascinante, informativo, instigante, e, acima de tudo, divertido. 

PARTE 1


PARTE 2

PARTE 3 (Suhaila e Jamila dando depoimento)


PARTE 4


PARTE 5


PARTE 6 (Suhaila fala da situação logo após o atentado de 11 de Setembro)


PARTE 7

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

ENTREVISTAS DO BLOG TRIBAL MIND

ANA HARFF, do Blog TRIBAL MIND entrevistando diversas personalidades do mundo tribal, confira nos links abaixo: 

ENTREVISTAS - CAROL SCHAVAROSK

Conte-nos sobre sua trajetória na dança do ventre/tribal; como tudo começou para você? 

Eu comecei dança do ventre no finalzinho de 2005 numa academia de ginástica mesmo, no meu bairro. Foi engraçado, eu estava lá fazendo esteira ou bicicleta quando a moça da recepção apareceu oferecendo uma aula experimental de dança do ventre. Decidi fazer e me diverti muito. Depois disso apareci em mais duas (?) aulas e perguntei para a professora (Nadhirra) como poderia ter aulas mais de uma vez por semana e ela me indicou a Asmahan. Eu nem sabia que existiam escolas especializadas em dança do ventre! Obviamente, me apaixonei e só pensava nisso; em todo meu tempo livre eu estava praticando!




Após poucos meses (uns três, acho) minha nova professora, Jhade Sharif, esteve estudando algo de Tribal e criou uma aula aberta sobre o estilo. Foi estranho para mim porque eu não consegui visualizar, assim, sem jamais ter visto nada sobre a dança e o figurino antes - a imagem de uma mulher com flores no cabelo e todos aqueles adornos de metal os quais ela (a Jhade) se referiu na aula - mas me lembro sobre os braços super posicionados e como me encantei pelas músicas ousadas. Cheguei em casa, e procurei um vídeo de Tribal Fusion na internet(haviam poucos em 2005/2006, acreditem!). Era um vídeo da Rachel Brice, e o "choque" foi tão grande que me emocionei na mesma hora e decidi começar uma pesquisa sólida e específica sobre o Tribal.
Era apenas eu e a Jhade no Rio de Janeiro. Foi aí que conheci nomes brasileiros como Shaide Halim e Ally Hauff, e tive minha primeira aula com alguém que foi aluna da Carolena Nericcio, a bailarina Nadine Fernandez (Alemanha). No início de 2007 comecei a me apresentar oficialmente.


ENTREVISTA COMPLETA:

Fotos:




sábado, 21 de fevereiro de 2015

ENTREVISTA - APRIL ROSE

              ANA HARFF ENTREVISTA APRIL ROSE
Texto do Blog Tribal Mind 

Como você definiria seu estilo pessoal de dançar?


Eu amo ITS, é a maneira mais emocionante de se envolver com um grupo de pessoas.

Estou fascinada e apaixonada pela história do ATS

Crio obras que são de fusão, embora me sinto estranha misturando um monte de tradições ricas juntas e chamando-as de "minhas". 

Sou, definitivamente, uma dançarina tribal, mas acho que essa palavra é uma coisa estranha para chamar esse movimento de dança, da qual somos todos parte.

"Bellydance" não descreve exatamente o que eu faço, e também para pessoas que nunca viram esse estilo. 

Esse negócio de nomenclatura e definições é confuso e nunca fui boa em chegar com critérios que descrevem minha dança. 

Acho que eu prefiro não definir o meu estilo pessoal da dançar, se isso pode ser evitado. Também porque eu não sou a única fazendo o que eu faço ... Sou uma pessoa em um possível movimento indefinido de dançarinos ao redor do globo!


ENTREVISTA COMPLETA:

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

AGRADECER

Depois de 2 workshops, 13 alunas, ávidas por conhecimento e cheias de uma energia maravilhosa, encontros cheios de troca e experiência, que ultrapassam a Dança, a única coisa que me vem na mente e no coração é: GRATIDÃO!

E o que é gratidão

Gratidão é o ato de reconhecimento de uma pessoa por alguém que lhe prestou um benefício, um auxílio, um favor etc. Em um sentido mais amplo, pode ser explicada também como recognição abrangente pelas situações e dádivas que a vida lhe proporcionou e ainda proporciona.
A gratidão é uma emoção frequentemente acompanhada por um desejo de agradecê-lo, ou reciprocar um favor que fizeram por você. (Fonte: Wikipedia)

Gratidão pelo tempo, pelo investimento e pela confiança, por passarem estas 4 horas comigo, dividindo, somando, mudando, repensando, aprendendo.
"Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina."  (Cora Coralina)

A experiência de ensinar é maravilhosa! Agradeço pela confiança e pelo apoio que tenho recebido, pelo carinho dos feedbacks, e pela possibilidade de me melhorar. De mudar. De aprender.

É só fevereiro, mas parece que já conquistei o mundo!
"Vai fazendo sua parte, vivendo presente em cada segundo, sentindo a vida.

Coloca sua intenção em cada passo, e viva com a gratidão por cada pequena coisa. 

Abra sua Alma pra sentir a mágica da vida. 

Deixa que a esperança faça morada no teu peito e deixa o sorriso te acompanhar nas lutas do dia a dia. 

Quando age assim, o Inesperado vem trazer alegrias. Deixa o Inesperado acontecer." 

Foto by: Akash Das | Fonte: Dança do ventre

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

A FILOSOFIA DO TRIBAL por Mariana Quadros

Texto de Mariana Quadros - Texto original aqui: 
http://marianaquadrostribal.blogspot.com.br/2011/12/filosofia-do-tribal.html
http://www.manhattantribal.com/

Tem uma parte que eu gosto muito no Tribal, que é a ideia que existe por trás do estilo.

A proposta do Tribal, a princípio, é a de reunir um grupo de mulheres para dançar e permitir que elas tenham um mesmo vocabulário de passos e possam dançar juntas e se divertirem até mesmo sem se conhecerem.

Essa é a premissa do American Tribal Style (ATS), estilo que se desdobrou e teve um monte de crias, inclusive o Tribal Fusion.

Junto com essa ideia, surgiram outras, como a de expandir a dança do ventre para além dos meios em que ela circulava, basicamente de bares e restaurantes. O Tribal, por ser uma dança em grupo, era mais apropriada para ser apresentada em palcos grandes, teatros e afins, o que abria o leque de locais e público.

Além disso, também existia a vontade de passar outra mensagem com o Tribal, diferente da dança do ventre, e que também é muito responsável pela caracterização do estilo.

Esse grupo de mulheres dançando juntas não dança para agradar a ninguém, nem para exibir seu charme. Elas dançam para si mesmas, umas pras outras, sem se preocupar se são magras ou bonitas para os padrões da sociedade.

É uma maneira de celebrar o fato de serem mulheres e confraternizar.

Elas vêm em grupos, poderosas, e não sozinhas como as bailarinas de Dança do Ventre.

Por esse motivo, a Dança Tribal acabou atraindo um novo grupo de mulheres que muitas vezes nem pensaria em fazer dança do ventre tradicional. Daí vem o fato de ter muito mais "gordinhas" do que na dança do ventre, muito mais tatuadas, e por aí vai.

http://www.manhattantribal.com/
Além do mais, pode-se dizer que as roupas permitem muito mais a valorização de diferentes biotipos, não existe nenhuma regra que diz que ela tem que ser de determinada maneira, as possibilidades são inúmeras e não é preciso mostrar nenhuma parte do corpo se essa não for a vontade da bailarina.

Por isso é que os grupos de Tribal nos passam aquela impressão de imponência, de "sim, nós somos demais!"

Daí, é impossível não sentir que esse aspecto do estilo fica bem enfraquecido na modalidade solo.
O próprio nome é contraditório: tribal solo. Não existe tribo de um.

Mas o fato é que apareceram bailarinas solo que usavam as mesmas roupas e a mesma técnica dos grupos, caracterizando-as, por mais que parecesse contraditório, como Tribal.

E o engraçado é que essas bailarinas, ainda que sozinhas, passam a mesma impressão de "eu não tô nem aí pro que você pensa" dos grupos.

E é aí que entra a parte filosófica da coisa: a ideia está lá, aquela é a semente, por mais que se dance sozinha, sabe-se qual é a origem de tudo e existe a preocupação de preservar a ideia inicial.

Eu senti uma diferença imensa de atitude na primeira vez que vi uma bailarina de Tribal, por mais que ela dançasse sozinha, existia alguma coisa ali que a tornava muito diferente de todas as outras que eu já tinha visto até então.


E eu acredito muito que esse algo a mais não eram apensa passos ou técnicas.

(Texto de Mariana Quadros - publicado em dezembro de 2011 no Blog Divagações Tribais e Afins)

Para vídeos:
http://marianaquadrostribal.blogspot.com.br/2011/12/filosofia-do-tribal.html

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

BAILARINA - ALINNE MADELON

ALINNE MADELON


Alinne Madelon, estudante da Dança Tribal Fusion, começou sua carreia na dança do ventre em 2008.

Em 2009 encontrou o Tribal Fusion desde então procura dedicar-se a expandir sua dança. 

Alinne participou de vários workshops com profissionais renomadas nacionais e internacionais. 

Foi diretora do Grupo Mandalla Tribal. Consagrando o primeiro grupo de tribal do seu estado. 

Realizaram grandes eventos como o Conexão Tribal e o Mandalla Fest Union

Ao se destacar com suas apresentações, mostrando suas influencias, Alinne Madelon faz a cena do Tribal Fusion crescer e ganhar mais adeptos dessa arte na cidade, tendo como objetivo levar suas trupes aos melhores eventos fora e dentro do estado. 

Hoje Alinne ministra aulas e workshops nas melhores escolas de dança de Fortaleza e em seu Studio. 




** Material enviado por Alinne Madelon para este Blog para publicação e divulgação. 
Dando ao Blog Nossa Tribo & Nossa Dança o direito de divulgar sua imagem, escritos e vídeos. **
  Visite e curta: Nossa Tribo & Nossa Dança

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

DANÇA INTERPRETATIVA

Texto de Mário Arruda

A dança representa um fator de comunhão cultural, transmitindo ideias e costumes de uma geração a outra, sobretudo, nas formas folclóricas. 

Baseando-se em tradições (lendas, cerimônias religiosas, episódios da comunidade) essas formas prolongam no tempo o espírito de comunidade, donde incorporam-se as festas populares. Seu valor cultural é inegável.

Na Grécia antiga, as danças abstratas exigiam preparo intelectual do praticante e eram as preferidas pelas elites. 

Na Idade Média, a dança foi exaltada, graças à sua espiritualidade que serviu de propaganda religiosa e a difusão das canções dos trovadores da época. 

No Renascimento, já lhe deram valor próprio e, nos tempos modernos, adquiriu esplendor jamais alcançado, sobretudo, na França

No século XIX, a Itália e a Rússia disputavam, através de suas escolas de danças, o centro do aperfeiçoamento técnico e artístico. Depois surgiu Isadora Duncan a impressionar impérios, reinados e repúblicas, poetas e intelectuais, com sua dança revolucionária.

Por que haveria a dança de se ligar tão profundamente à civilização e à cultura? Porque exige vasto manancial de conhecimento. Baseia-se em artes várias e liga-se a conhecimentos científicos. Reclama a música, devendo o dançarino conhecê-las; a literatura, em que há de buscar inspiração para os seus temas; a pintura que colabora nos cenários e maquiagem; a escultura, que a auxilia com sugestões diversas.

Nas próprias indumentárias o gosto artístico e a cultura se revelam.

A dança solicita ainda noções de história da arte e da própria dança; da geografia, folclore, sociologia, anatomia, etc.

Tais noções tornam-se indispensáveis ao dançador não só porque colaboram para o seu êxito no momento de interpretá-la como lhe dão cultura geral e especializada, aumentam o seu cabedal de conhecimentos e enriquecem a sua bagagem cultural.

Além disso, permitem saber a procedência das danças que executa, os países e os povos entre os quais nasceram, as ocasiões em que se realizam e particularidades importantes que lhe são próprias.

A dança presta-se enormemente como centro de interesse, para o estudo das matérias mencionadas, além de ritmo, música, desenho, trabalhos manuais, etc. 

Particularmente as danças folclóricas podem constituir ótima fonte de aquisição de conhecimentos gerais, solicitados em diferentes cursos.

Incontestavelmente a dança é a atividade física elevada e a mais completa das artes.
Modernamente, exige-se da dança artística que seja intelectual, estando a sua força no próprio conteúdo. O acompanhamento e a indumentária quase dispensáveis, porque o valor está não só na interpretação que o artista dê à dança como na importância, no alcance, na elevação dela própria.

Na dança interpretativa o dançarino precisa de imaginação, espírito criador, personalidade, atributos que dependem, em parte, de instrução e cultura adequadas, sem as quais a capacidade de interpretar não se desenvolve em toda a extensão e intensidade.

Vê-se, portanto, que tanto a criança, como o jovem e o adulto podem adquirir conhecimentos gerais através da dança ou acumulá-los para bem desempenhá-la. 

A presença da dança nas escolas, em todos os graus, inclusive nas universidades, só poderá beneficiá-los, pondo em relevo o valor pessoal de cada indivíduo e relevando elites artísticas. 

Autores clássicos, como Platão, Sócrates e Xenofonte, na Grécia antiga, reconheceram o valor da dança.



Texto de Mário Arruda


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

ENTREVISTA - ARIELLAH

ANA HARFF ENTREVISTA ARIELLAH

Fale sobre a sensação de dançar para outras pessoas.

Eu penso que enquanto dançando para um público eu quero mostrar e eles quão apaixonada estou pela música... E quero mostrar a eles minha habilidade e quero mostrar a eles minha criatividade e vocação artística também e o que minhas experiências da vida e emoções são... E quero levá-los em uma jornada comigo ao meu mundo. Então eu danço para mim MAS também sei que sou uma performancer então eu também danço para meu público para que eles possam se entreter, para que eu tenha certeza que o que eu estava tentando fazer é dinâmico e excitante e interessante. Mas todo o tempo, estou sendo eu mesma e tentando mostrar como eu expressaria certas emoções ou histórias.




ENTREVISTA COMPLETA:
http://tribalmind.blogspot.com.br/2011/07/one-favorite-quote-dancing-is-loftiest.html

ENTREVISTA - SASHI

ANA HARFF ENTREVISTA SASHI

Como você definiria seu estilo pessoal de dançar? 




Meu estilo de dança pessoal, Dark Fusion Bellydance, é a minha própria mistura de experiências ao longo da minha educação em dança. 

É uma mistura da minha formação  em dança em dança do ventre egípcia libanesa, folclóricas e cabaret, estilo tribal americano, fusão tribal fusão tribal gótica, africano haitiano oeste africano. 

Combinando com estilos de dança 
teatrais e com técnicas de artes cênicas que tenho estudado ao longo dos anos. 

Com o dito agora, no entanto, acredito que que faz meu estilo pessoal único é que trago um "espírito" a minha dança que vem diretamente da minha reverência  e alegria por ser capaz de realmente me movimentar e estar viva.

Entrevista completa aqui :