terça-feira, 30 de junho de 2015

DRILLS - ATS LEVELS

Este movimiento pertenece al formato ATS (American Tribal Style) creado por Carolena Nericcio, directora de Fat Chance Belly Dance. Para una explicación detallada del movimiento y un completo aprendizaje del mismo es necesario asistir a clases regulares de ATS y/o estudiar los videos de Fat Chance Belly Dance. www.fcbd.com

Para información acerca de clases y/o talleres con Serta contactar mediante email a sertadanzaoriental@hotmail.com
This movement belongs ATS format (American Tribal Style) created by Carolena Nericcio, director of Fat Chance Belly Dance. For a complete learning about this it´s necessary attending regular classes and/or studying Fat Chance Belly Dance DVD´s www.fcbd.com
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segunda-feira, 29 de junho de 2015

DRILLS - ATS HEAD SLIDES

Este movimiento pertenece al formato ATS (American Tribal Style) creado por Carolena Nericcio, directora de Fat Chance Belly Dance. Para una explicación detallada del movimiento y un completo aprendizaje del mismo es necesario asistir a clases regulares de ATS y/o estudiar los videos de Fat Chance Belly Dance. www.fcbd.com

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domingo, 28 de junho de 2015

DRILLS - ATS GHAWAZEE SHIMMY COMBO

Este movimiento pertenece al formato ATS (American Tribal Style) creado por Carolena Nericcio, directora de Fat Chance Belly Dance. Para una explicación detallada del movimiento y un completo aprendizaje del mismo es necesario asistir a clases regulares de ATS y/o estudiar los videos de Fat Chance Belly Dance. www.fcbd.com

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sábado, 27 de junho de 2015

DOCUMENTÁRIO - CARMEM AMAYA

Bailado único de Carmen Amaya, em sua tenra idade, e como Ela mesmo dizia a todos: "Aprendi a Dançar Observando o Bailado das Ondas do Mar"...


Texto e pesquisa de Sayonara Linhares, publicado com sua permissão.

Facebook - Fanpage - Casa Z



DRILLS - ATS DOUBLE BUMP

Este movimiento pertenece al formato ATS (American Tribal Style) creado por Carolena Nericcio, directora de Fat Chance Belly Dance. Para una explicación detallada del movimiento y un completo aprendizaje del mismo es necesario asistir a clases regulares de ATS y/o estudiar los videos de Fat Chance Belly Dance. www.fcbd.com



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sexta-feira, 26 de junho de 2015

FLAMENCO - CARMEN AMAYA

Carmen Amaya nasceu em Barcelona em 1913 e morreu em 19 de novembro de 1963. 

Ela era uma dançarina cigana que se tornaria uma das mais destacadas "bailaoras" (dançarinos de flamenco do sexo feminino) do século XX; ela também era uma das mais imitadas.

Seu estilo masculino difícil de dança, foi muitas vezes copiado, mas muitos acreditam que ela era inimitável e até hoje nunca houve uma dançarina para combinar com seu estilo feroz de dança. 

Seu rápido trabalho de pé tornou-se seu traço e diz-se que em várias ocasiões ela realmente colocou seu pé através do estágio durante a execução. 

Ela será lembrada como a dançarina, que usava o Traje corto, um traje apropriado apertado, que foi apenas normalmente sido usado por homens; seu estilo de dança estava longe de ser feminina.

Carmen Amaya criou um estilo muito pessoal de dança, que era tão individual e isso junto com sua imagem viril, e pernas de aço, tornou-se sua marca registrada. Ela revolucionou a dança flamenca feminina, e quebrou muitas das regras e tradições do antigo estilo de dança, e por causa disto, havia aqueles que criticaram seu estilo não-conformista.

Ela foi acusada principalmente de desfeminizante da dança flamenco feminina, que, até então concentrada mais no braço e os movimentos do tronco superior.

Mas a dança de Carmen passou por duas fases, e mais tarde em sua carreira, ela deixou muito de sua imagem viril, concentrada no estilo mais feminino.

Carmen Amaya dançou com a facilidade de fluxo de uma serpente, torcendo e arqueando seu corpo quando ela se virava com tal velocidade e perfeição, impulsionada pelo o que parecia ser um instinto quase animal. 

Ela foi descrita uma "Alma, alma pura", pelo jornal Mirador, em 1929, e sua lenda cresceu cada vez mais, onde quer que ela fosse.

Carmen Amaya nasceu no gypsy "barrio" (bairro) de Somorrostro e com a idade de quatro anos, começou a dançar em tavernas e bares.

Ela nasceu em uma longa linhagem de artistas de flamenco cigano, seu avô era um dançarino, Juan Amaya Jiménez, seu pai, El Chino foi um guitarrista e sua tia, La Faraona, outra dançarina de flamenco do distrito igualmente cigano de El Sacromonte em Granada. 

Foi com La Faraona que Carmen foi pela primeira vez a Paris e, mesmo com a idade de apenas dez anos, ela demonstrou que ela estava indo para mudar a tradição da dança flamenca.

Tornou-se conhecida como "La Capitana" (a capitã) e passou a dançar ao lado de lendas como Manuel Torre e La Niña de los Peines, excursionando Espanha em 1929 com Manuel Vallejo, vencedor da segunda chave de Ouro de flamenco.


No início da guerra civil, Carmen e sua grande família, foram para Portugal, onde foram dançaram por uma temporada. Pouco depois, chegaram em seu país vizinho, sem dinheiro e angustiados, se dirigiram para a América do Sul, se estabelecendo na Argentina, onde ela passou muitos anos vivendo em Buenos Aires.

Formou ali, sua própria trupe flamenco, formada principalmente por membros da família, que fez várias turnês se deslocam de cidade em cidade, como um enxame de insetos, conquistando a todos com sua beleza cigana e sua presença mágica. Ela se apresentou no Uruguai, Brasil, Chile, Colômbia, Cuba e Venezuela.


Em toda a América Latina, Amaya fascinava o público com sua magia incrível e caráter contagiante e era tratada como uma rainha cigana onde quer que fosse.

Na verdade, se tornou um ícone para milhares de imitadores, que vestiam a roupa estilo masculino e tentavam copiar seus movimentos não ortodoxos e imagem viril.

Mas não foi apenas a dança que fez Carmen Amaya tão grande, mas também sua inteligência cigana afiada e personalidade, algo que só ela poderia fazer com sucesso, e isso ela fez, capturando os corações de todos que a viam.

Dizwm ter gasto dinheiro tão rápido quanto ela ganhou, supostamente não tendo nenhum interesse em coisas materiais, ela esbanjou amigos e familiares com presentes caros. Mas os muitos meses na estrada foram seu pedágio, e as brigas de família e dissidências a obrigaram a desmantelar sua trupe e voar para Cidade do México.


Foi lá que ela encontra o guitarrista Sabiacas, que tinha sido exilado no México desde o início da guerra civil na Espanha. Passou muitos anos dançando com Sabiacas, um homem com quem ela também havia se ligado amorosamente, embora isso seja algo que ela refira-se como apenas uma amizade profissional.

Em 1941, Carmen e Sabiacas foram para Nova York, onde ela continuava a ganhar hordas de fãs, incluindo o presidente Theodore Roosevelt que a convidou para tocar em uma festa na Casa Branca.

Depois de sua separação de Sabiacas ela casou-se com Juan Antonio Agüero, um guitarrista de Santander, que limpou seus problemas financeiros e familiares, e assumiu as rédeas de sua carreira para o resto de sua vida.

Carmen Amaya passou um tempo considerável em Hollywood aparecendo em muitos filmes que fazem dela uma artista de renome mundial.

Seu último filme foi La Historia de los Tarantos em que ela apareceu ao lado de outra lenda da dança flamenca, Antonio Gades.

Apesar de Carmen de filmar Los Tarantos, nunca viu o resultado final, tinha contraído uma doença renal que a impedia de dançar e após uma curta doença que ela morreu em sua casa em Bagur, Barcelona.

Carmen Amaya foi postumamente condecorada com a Medalha de Mérito Turístico de Barcelona e foi nomeada Hija Predilicto de Bagur, (filha favorita de Bagur). 

Ela também foi homenageada em Barcelona com um monumento que foi erguido no Parque Montuic, e uma fonte, que foi nomeado após ela no distrito de Somorrostro. Ela também foi lembrado em Buenos Aires, onde uma rua foi nomeado após ela.

Poucas personalidades do mundo do flamenco foram tão amplamente lamentada e assim muita falta, como tem Carmen Amaya.


Texto e pesquisa de Sayonara Linhares, publicado com sua permissão.




DRILLS - ATS PROPELLER TURN

Este movimiento pertenece al formato ATS (American Tribal Style) creado por Carolena Nericcio, directora de Fat Chance Belly Dance. Para una explicación detallada del movimiento y un completo aprendizaje del mismo es necesario asistir a clases regulares de ATS y/o estudiar los videos de Fat Chance Belly Dance. www.fcbd.com





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quinta-feira, 25 de junho de 2015

DRILLS - ATS CIRCLE STEP


Este movimiento pertenece al formato ATS (American Tribal Style) creado por Carolena Nericcio, directora de Fat Chance Belly Dance. Para una explicación detallada del movimiento y un completo aprendizaje del mismo es necesario asistir a clases regulares de ATS y/o estudiar los videos de Fat Chance Belly Dance. www.fcbd.com


 com Serta - Tribal Fusion and Bellydance.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

DRILLS - Tribal Fusion com Sharon Kihara Parte 1

Tribal Fusion Belly Dance with Sharon Kihara 1

SNUJS

Os snujs são instrumentos de percussão utilizados por músicos e/ou pela bailarina durante sua dança.
Os snujs são címbalos de metal, em número de quatro, que são tocados milenarmente por orientais. Acredita-se que tenham mais de 5.000 anos. São feitos de latão (bronze). Em alguns países do Oriente Médio (Egito) são também conhecidos como “Sagat” ou “Zagat”. Nos Estados Unidos, chamam-se “Finger Cymbals” e na Turquia conhecidos por “Zills” e popularmente nos outros países apenas como Címbalos.
Holisticamente eram usados pelas sacerdotisas egípcias para energizar, trazer vibrações positivas e retirar maus fluidos do ambiente, além de servir para acompanhar a percussão no ritmo da música.
O tamanho ideal para bailarinas é o médio (a, b ou c). O grande, somente é aconselhável para quem toca para bailarina ou com conjunto/orquestra. Os pequenos são bonitinhos, mas inúteis. Tem som infantil, não tem nenhum glamour.
E Percussão é algo forte/intenso e marcante precisa ser bem representada. O domínio dos snujs implica domínio da base rítmica da música árabe, elemento primordial para uma boa evolução musical.
Como identificar um bom Snuj? Você vai identificar pelo som. Os bons propagam pelo menos 10 a 12 segundos o “reverb” do agudo. Evidentemente, depois de um tempo, também perdem o fio (a primeira camada circundante) e necessitam ser substituídos.
Como cuidar? O suor das mãos e o pouco uso (se ele ficar esquecido na bolsa ou exposto ao tempo) irão oxidar. Faça o polimento regularmente. O som inclusive fica mais limpo também. Por incrível que pareça a oxidação também atinge o som. Guarde-os sempre juntos, e de preferência num saquinho de pano com fechado. Não empreste! Use Limpador de Pratos de Bateria, pois é o mesmo material. {Dicas de Jorge Sabongi}
O conhecimento dos ritmos árabes para dança torna previsíveis as seqüências e dá confiança ao trabalho. Você consegue identificar exatamente onde pisa. Saber tocá-los com os snujs facilitará muitos aspectos de seus movimentos, pois conhecerá o tempo e a forma de cada um deles. Isso lhe dará criatividade nas seqüências de movimentos da dança. Importante: Não toque em “taksim” (improvisações lentas de um único instrumento: violino, kanoum, flauta, acordeom…).
Nota: Não se sabe ao certo a data precisa o início da música árabe percussiva no Brasil, mas acredita-se que tenha iniciado no final dos anos 60 e início dos anos 70, pois, neste período, Haidamus já iniciara seus trabalhos como músico árabe profissional no Brasil. Podemos afirmar que a música árabe nasceu, no Brasil, nos restaurantes árabes da época.
Sobre um pequeno palco decorado ao estilo “tenda árabe”, três ou quatro músicos (dentre eles Fuad Haidamus na derbakke e Wady Cury no alaúde ) se apresentavam ante a uma pequena platéia de espectadores. Assim se deu início a percussão árabe no Brasil ( ou a musica árabe como um todo ), tendo como instrumentos iniciais o derbakke tradicional, feito em cerâmica queimada e o daff, em madeira e pele de peixe. Os snujs também surgiram nesse período, porém, foram imortalizados pelas mãos de Shahrazad Sharkey, pioneira da bellydance e maior mestra de snujs para dança do ventre no Brasil.
Contribuição do texto de Silmara Matos, aluna Campo das Tribos.
Fontes
Apostila de Marron Araújo Vitor Abud Hiar site: http://www.vitorabudhiar.com/)
Visite e curta: Nossa Tribo & Nossa Dança

domingo, 21 de junho de 2015

DRILLS - Braços com Zoe Jakes

Killer Drills With Zoe Jakes Tribal Belly Dance Arms 


HISTÓRIA DA DANÇA DO VENTRE NOS EUA (Jamila Salimpour) III

Texto postado no Tribe Net, por Andre Khoury, pai de Isabella Salimpour (neta de Jamila Salimpour)
http://balanat.tribe.net/thread/acc57811-42f2-4066-9937-8ecb77cb90ea

Bob Pappas - baterista no Zarra Club em Boston.

Mike e Buddy Sarkissian
A banda de Buddy e Mike Sarkissian com Lisa e Ahmad faziam shows em Las Vegas.

Fawzia Emir e sua irmã Emira Emir se apresentavam na costa leste. 

Ahmad Jarjour as seguia, desejando dançar como elas ou com elas. Anos mais tarde, ele realizou seu sonho, quando criou o primeiro grupo de dança com homens e mulheres, com sua primeira parceira, Lisa, ele estrelou com Buddy e Mike Sarkissian em Las Vegas

O Larry Potter na Ventura Boulevard colocou um anúncio na revista "Key" anunciando o surgimento de "Atash", uma dançarina turca, que também era um contorcionista. 


 Samia Gamal came to Los Angeles without her musicians and performed a few times at a club on Sunset. She had a bit in a movie dancing at a bazaar way in the background. It might have been all of ten seconds long. I think the movie was King Solomons Mines. The Greek Village changes owners. Betty Dascolatis and Yourdani pack them in. With the opening of the Fez in Hollywood, the Bellydancing craze begins.

Eu não estava muito feliz com suas fotografias e nem com suas calças pantalonas, as quais conseguíamos ver através delas. Antes que pudesse assití-la, foi levada para Nova York, para ser a bailarina destaque em um novo musical chamado "Fanny". Ela usou seu nome completo, em seguida, que foi Najila Atash

Samia Gamal veio para Los Angeles sem seus músicos, e se apresentou algumas vezes em um clube no Sunset. Ela aparecia, dançando um por poucos segundos em um filme. Talvez uns dez segundos de duração. Acho que o filme era As Minas do Rei Salomão

O Greek Village muda proprietários. Betty Dascolatis e Yourdani deixa o lugar lotado. 

Com a abertura do Fez, em Hollywood, a mania de dança do ventre começa.
Sam Akashian, Buddy Sarkissian, and Mike Sarkissian
 
Saida Asmar and Ahmed Jarjour

Tradução livre por Carine Würch

sábado, 20 de junho de 2015

DRILLS - ATS Reach and Sit

DRILLS - ATS Reach and Sit


HISTÓRIA DA DANÇA DO VENTRE NOS EUA II (Jamila Salimpour)

Texto postado no Tribe Net, por Andre Khoury, pai de Isabella Salimpour (neta de Jamila Salimpour)

Quando chegou o dia para ver a famosa "Rosemarie", gravadores pesando uma tonelada, foram levados para o teatro. Naqueles dias, eram poucos os que poderiam se dar ao luxo de possuir um. Pegamos assentos no centro, de frente, bons lugares para um auditório, onde se sentam cerca de três mil. 

Fomos cedo e as luzes ainda estavam acessas, assim olhamos em volta para ver quem estava sentado onde, antes do show começar. Era quase a hora de começar e, exceto pelo nosso grupo, havia cerca de vinte pessoas no balcão do teatro. Lá embaixo, havia um punhado de pessoas, e havia chegado do show começar. Esperamos, esperamos e esperamos, percebendo que algo estava acontecendo, e que talvez poucas pessoas compareceriam. Quando se tornou evidente que não haveriam mais pessoas, os que estavam no balcão concordaram em ficar no andar de baixo, mais perto da música. 

Não me lembro muito sobre a dança de Rosemarie. Eu tinha mais ou menos 24 anos. Ela foi a primeira dançarina que vi em pessoa. Ela não tocava snujs. Tio Vahan disse que ela estava chateada quando ele gravou seu show, sem um acordo de antemão, e que precisaram negociar para que ele pudesse manter a fita. Zetrac a convidou para sua casa para uma noite musical, e fui apresentada a ela como uma aspirante a dançarina oriental

A seu pedido, dancei para ela. Ela foi gentil em suas críticas sobre a minha "coreografia" e fez sugestões sobre meus braços, atitude e etapas. A única coisa que ela me mostrou, e que eu não poderia fazer, era uma figura de um oito indo devagar até até o chão e todo o caminho para cima novamente. Perdemos seu paradeiro, exceto por um breve visão dela em um clube recém-inaugurado na Sunset Boulevard, chamado de "Mil e Uma Noites", onde ouvimos que ela estava trabalhando. Eu nunca a vi dançar novamente.

Houve outros programas Orientais de tempo em tempo. Um dos mais memoráveis foi de Shah Baroviano, um músico de tar, armênio persa, que se apresentou no Wilshire Ebell. Ainda posso ouvir sua bela versão de "Naz Bar". Parecia que todo o público cantava junto. Foi por volta de 1950 ou algo assim. De Fresno, Richard Hagopian, um jovem virtuoso no Oud, estava sendo comparado ao grande Oudi Harant. Passariam mais alguns anos até que eu dançasse com sua música em uma boate em Fresno.

O Town and Country Market em La Cienega abaixo Melrose, tinha um restaurante Oriente Médio que tinha música e dança popular nos fins de semana, mas não havia dançarinas do ventre. Nós fomos lá algumas vezes, e nos juntávamos ao dabke, entre as mesas. 

Haviam programas em que uma mulher chamada Khanza Omar, que fazia proezas, que precisávamos ver para crer. Dizia-se que além de ser uma grande dançarina, ela poderia fazer backbends maravilhosos e levantar cadeiras com seus dentes, levantando e continuando a dançar ao mesmo tempo, mantendo a cadeira entre os dentes. 

Vídeo de Princess Raja, cerca de 1904, mostrando a dança onde as dançarinas seguravam a cadeira com a boca.


Nos anos mais tarde, vi um documentário sobre bailarinos do Egito, que tinha uma sequência feita em uma tenda, do fora das pirâmides chamado The Balloon Café, ou algo parecido. Uma das dançarinas, vestida com Assuit da cabeça aos pés, e tocando enormes snujs, desceu até o chão em duplos shimmies, inclinou-se, ainda mantendo o tempo da música com seus snujs, e pegou uma mesa com os dentes, equilibrando-a alto no ar, enquanto dançava. Eu fui a uma apresentação da amada Khanza Omar. Para surpresa de todos, ela morreu no fim de semana antes de a comunidade árabe apresenta-la em um show chamado "ExtravaKhanza". Diziam que ela era uma princesa marroquina. Ocasionalmente, ela trabalhava como figurante em filmes. Outra dançarina Orientale chamado Delalah Mur, residia em algum lugar em Los Angeles, ensinava e tinha uma trupe. Nunca vi o ela dançando.

Tinha por volta de vinte e seis anos, quando eu decidi aprender a tocar Oud. Encontrar um professor, era história aparte, e novamente tenho que agradecer Anoosh, por encontrar o Sr. Levonian, que estava disposto a me ensinar a tocar Oud. Eu queria muito aprender estilo egípcio, mas Levonian tocava o estilo turco. Mas era ele ou nada. Lembro-me dele reclamando sobre uma dançarina chamada Karoon Tootikian, que queria que ele compusesse uma música para ela. Incomodava-lhe que ela queria que ele colocasse a harmonia em sua composição, e ele diria que a nossa música é inocente, que ela deve deixá-la em paz! 

Do que eu consegui reunir sobre sua dança, ela era uma dançarina folclórica armênia interpretativa. Ouvi que sua especialidade era um dervish rodopiante , o que era fácil para ela dançar, pois tinha uma doença ocular, que tirou sua visão. Uma vez, que ela calculou mal as dimensões do palco no Wilshire Ebell e, durante a apresentação de seu dervish, ela caiu no fosso da orquestra.

De Boston, vieram histórias de dois clubes, onde o negócio foi crescendo: Khayyam e Club Zarra, que tinha apresentações de música e dança do Oriente Médio.

Histórias da briga em curso entre a cantora libanesa Morrocos e a impetuosa dançarina argelina Bedeah eram relatados semanalmente pela imprensa, que estavam sempre incitando, na esperança de criar uma briga. 

Greek Village abriu em Hollywood Boulevard. Eles contrataram meus músicos, mas não queriam uma dançarina do ventre. Os proprietários eram da Costa Leste. A esposa do proprietário cantava e dançava um Cifte Telli em roupas de normais (não figurino). Tinham uma filha que se parecia com Sophia Loren. Ela usava blusas de corte baixo e acompanhava os músicos com um tambor de conga. Não importava se ela sabia tocar ou não. A visão dela, valia o preço da entrada.

Tradução livre por Carine Würch

sexta-feira, 19 de junho de 2015

DRILLS - ATS Choo Choo Doubles and variations

DRILLS - ATS Choo Choo Doubles and variations


HISTÓRIA DA DANÇA DO VENTRE NOS EUA I (Jamila Salimpour)

Texto postado no Tribe Net, por Andre Khoury, pai de Isabella Salimpour (neta de Jamila Salimpour)

Para falar sobre o movimento de dança do ventre em São Francisco, tenho que descrever a cena que estava acontecendo nos Estados Unidos e em Los Angeles, que, creio eu, precedeu os clubes profissionais e shows de cabaré que, eventualmente, tiveram lugar em São Francisco.

A partir do final dos anos 1940, até o final dos anos 1950, a música do Oriente Médio e sua dança eram praticamente desconhecidos para os norte-americanos. No entanto, ela floresceu em pequenos bolsões onde os imigrantes representantes de diferentes países do mundo árabe, que se reúnem para celebrar os costumes sociais ou religiosas. Suas nacionalidades eram um elo comum, e, sempre que se encontravam, música e dança eram incluídos em suas festividades.

O que os EUA sabia sobre música do Oriente Médio e sua dança era através das produções musicais distorcidas de Hollywood. Yvonne De Carlo e Rita Hayworth foram destaque em vários blockbusters bíblicos, coreografados por dançarinos de Hollywood do jazz moderno, que interpretaram dança do Oriente Médio em espasmos convulsivos que eram doloroso de assistir. Depois de ver Rita Hayworth em Salomé, eu pensei: "Seria o único que sabia de filmes egípcios estavam sendo mostrado mensalmente em Los Angeles? Ou será que ninguém estava interessado em autenticidade?"

No final dos anos 1940, minha família egípcia conseguiu sobreviver nos EUA, mas eles não se misturam com os americanos. Eles trabalharam entre os americanos e quando chegavam em casa, sua língua prncipal era armênio, (eram armênios do Egito), a segunda era turco, (quando eles não queriam que seus filhos soubessem o que eles estavam dizendo) e a terceira o árabe, quando falavam com amigos do Egito. A casa estava cheia de música árabe: Mohammed Abdel Wahab, Om Kalthoum e similares foram tocadas repetidamente em nos idos de 78.

Uma vez por mês, assistíamos os filmes egípcios em La Tosca Theater. Discos das músicas dos filmes eram vendidos no lobby. Quando chegávamos em casa , colocávamos os discos e tentávamos imitar os dançarinos que tínhamos visto nos filmes. Aprendi sozinha a tocar snujs. Minha senhoria Anoosh, fez um traje e eu estava pronta para dançar sempre que a ocasião aparecia. Eu tinha cerca de 21 anos de idade na época.

No final da década de 1940, antes que houvesse clubes do Oriente Médio em Los Angeles, eu fiz algumas apresentações, nos poucos locais que apresentavam Orientale Danse, como era então chamado pelos nativos. Uma vez por ano eu dançava na festa de Ano Novo Turco, mensalmente dançava no Armenian Old Age Home, para o AGBU, Armenian Great Benevolent Group, e em festas particulares e similares. Não haviam músicos profissionais de verdade na cidade. Grupos se reuniram porque a música era o seu passatempo e não sua profissão. E eram estes meus músicos  que consistiam a Hanna Brothers Orchestra, mecânicos de dia, e os músicos por escolha, sempre que uma ocasião os chamava para tocarem. Se eles precisavam de um músico extra no Oud, Kanoon ou Derbake, eles sabiam que algum amador gostaria de participar. Eles não eram Abdel Wahab, mas eles tinham alma.

Por volta de 1947 e pelos os próximos dez anos, qualquer notícia sobre música e dança do Oriente Médio vinha do Oriente Médio. Todos os domingos, uma estação de rádio de Fresno, transmitia um programa de notícias e música que abriu com músicas familiares que todos nós cantarolávamos. 

Harout's Har Omar, um restaurante armênio na Rua Ivar e Sunset Boulevard, contava com os irmãos Hurach e Florence Yacoubian no violino e piano. 

Uma vez por semana em KFAC, Mr. Yegeshay Harout apresentaria uma hora e meia de música da Armênia e do Oriente Médio, que incluíam tanto música popular e clássica. O locutor era conhecido por sua voz dramática e o programa começaria com: "Debaixo de um arbusto, um pão e uma garrafa de vinho e os meus poemas: tudo o que preciso. E tu, que ao meu lado cantas no deserto, e o deserto se torna, então, no paraíso." Outras citações de Omar Khayyam embelezavam o programa que cada armênio ouviria, estando dentro do raio do transmissor de KFAC. 

Zetrac, que possuía o Café Turco na 6th Street iria entrar em sintonia com Harout, assim como Zabelle, que costurava para celebridades na comunidade armênia e assim como Annoush e sua família, inclusive eu. E assim foi com meses de antecedência de sua chegada nos Estados Unidos que a comunidade Oriente Médio era ouvir do futuro aparecimento de "Rosemarie", dançarina oriental, cantora em seis línguas, vinda do Egito, acompanhada pela conhecida orquestra Hanna Brothersat, no Wilshire Ebell Theatre

Finalmente, fomos vê-la ao vivo, dançando ao som de música ao vivo. Compramos nossos bilhetes com suficiente antecedência, para que não houvesse dúvida que nossos lugares foram reservados.

CONTINUA...

Tradução livre por Carine Würch

quinta-feira, 18 de junho de 2015

A HISTÓRIA DA DANÇA DO VENTRE NOS ESTADOS UNIDOS

Uma declaração pessoal de Jamila Salimpour por Jamila Salimpour


O primeiro clube de sucesso a abrir em Los Angeles, que tinha um toque oriental, foi a Greek Village na Hollywood Boulevard. Foi por volta do início dos anos 1950, uma época em que atrizes italianas dominavam a tela do cinema americano... Sylvia Mangano, Anna Magnani, Gina Lollobrigida... decote generoso transbordando sutiãs acolchoados. Todas usavam blusas com os ombros de fora, o tanto-quanto a nudez era permitida naqueles dias. 

Mostrar o umbigo era considerado "arriscado" e ainda um não-não

Então, quando meus músicos foram contratados pela Greek Village, e eles perguntaram aos proprietários se eu poderia me juntar a eles, a resposta foi não. Eles não queriam uma dançarina em um traje curto! 

Os donos do restaurante tinham uma filha que era um belo atrativo. Eu acho que eles eram gregos da Costa Leste, ouvindo muito música turca. A esposa era a anfitriã, e cantava em grego, turco e um pouco de árabe. A filha, que parecia com Jane Russell, usavam blusas reveladoras de ombros de fora. Ela tocava atabaque, e o comprimento da blusa era um pouco abaixo do busto. 

Em uma época de inocência, era uma grande atração e tema de conversa entre muitos dos clientes, predominantemente do sexo masculino. Assim, eu ia ao Greek Village como um cliente, ocasionalmente levantando-me para dançar por insistência dos meus músicos, mas sem ainda nenhuma oferta de emprego.



Originalmente, o Greek Village foi dividido em duas partes, a parte traseira era fechada quando o negócio ainda era novo. Como os negócios aumentaram, a divisória ia sendo movida cada vez mais para trás, até que toda a loja mostrou-se como um grande retângulo. A mensagem se espalhou pelos marinheiros gregos sobre o Greek Villagee quando seus navios chegavam ao porto, eram apresentados com algumas das melhores dança grega que já vi. No início, o palco era de centro-frente, mas como a nova audiência de clientes-artistas cresceu, o palco foi transferido para o meio do retângulo no lado da mão direita. 

Uma lâmpada nua pendurada diretamente sobre o palco e tornou-se um concurso semanal internacional para ver qual dançarina poderia chutar alto o suficiente para bater a lâmpada. A dança de exibição favorita era Zabek. O Ouzo (bebida grega) fluia livremente, como uma águia, um após o outro abria as asas na dança ritual. Homens gregos gostam de dançar. De vez em quando uma mulher se levantar e fazer um recatado Cifte Telli*. Ainda nenhuma oferta de emprego para mim. Os negócios, no entanto, estava começando a crescer.

* O Tsifteteli (em grego: τσιφτετέλι; turco: çiftetelli), é um ritmo e dança da Anatólia e dos Balcãs com um padrão rítmico de 2/4 [1] Em turco, a palavra significa "dupla de cordas", tirada do estilo de jogo de violino. que é praticada neste tipo de música. Há sugestões de que a dança já existia na Grécia antiga, conhecida como a dança de Aristófanes Cordax. [2] No entanto, é muito comum na Grécia e na Turquia, mas também em toda a região antigo Império Otomano.

Meus músicos foram substituídos por músicos profissionais importados diretamente da Grécia. O primeiro contingente incluiu a escandalosa Betty Daskalakis, cantora, sedutora, e designer de vestidos estranhos, com fendas em todos os lugares errados, os quais geraram muita fofoca entre as "pessoas morais", despertando a curiosidade de toda Los Angeles. Assim como na Feira Mundial de Chicago, em 1893, quando os dançarinos, ofenderam a sensibilidade do que era considerado a "moral", os clientes do Greek Villagevinham em grande número para ver o ofensor em primeira mão, a fim de passar de forma mais eficaz seu julgamento. A caixa registadora mostrava os lucros, os manifestantes ficavam a maior parte da noite para assistir Bettye verificar se a fofoca era realmente verdadeira. Ela nunca os decepcionou.

Jamila, dancer, Adel Sirhan, oud player, Lemmy Pasha, Kanoun, Yousef, violin - 12 Adler Place


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quarta-feira, 17 de junho de 2015

O MISTÉRIO DE LITTLE EGYPT

O Mistério de Little Egypt por Jamila Salimpour

Será que ela existe? Era uma pessoa real, ou alguém compõem o nome como um chamariz, para o encantamento do público?

Sol Bloom, empresário de São Francisco que viajou para a Inglaterra em 1889, onde viu pela primeira vez os artistas do Oriente Médio no Crystal Palace Exposition.

Ficou tão encantado com o show que estava determinado a trazê-los para os EUA, durante a Feira Mundial de Chicago definida para inaugurar em 1893

Levou mais de um ano para organizar a sua passagem, uma vez que demandaria algum tempo antes da Feira abrir.

Em sua autobiografia, Sol Bloom afirmou que não havia uma pessoa chamada "Little Egypt" na Feira Mundial de Chicago. Embora houvesse dançarinas do Egito, Turquia, Tunísia, Marrocos, e da Pérsia, suas preferidas eram as Ouled Nail da Argélia.

Em um debate via e-mail sobre o Movimento da Dança de Ventre nos Estados Unidos, a pessoa com quem conversava, trouxe a tona o nome de Little Egypt, novamente como sendo a primeira dançarina de dança do ventre a se apresentar na Feira Mundial de Chicago em 1893.

Mais uma vez o mistério pairava no ar, após falar ao telefone com Ben Traywick, historiador de Tombstone, Arizona. E aí você vai dizer, o que a história de Little Egypt tem a ver com Tombstone, Arizona?
Bem, há muitos anos atrás me deparei com um livro sobre o Wild West publicado pela Time / Life em 1974, intitulado "The Gunfighters". 

Na página 23, havia uma fotografia a cores de uma pintura de uma dançarina de dança do ventre, dançando no "Birdcage Theatre", em 1881

O "Birdcage" era um bordel famoso em Tombstone, Arizona, que contou com uma variedade de apresentações de todo o mundo, para entreter os clientes.
 
Sempre tive vontade de investigar a validade do artigo na Time / Life, e assim, muitos anos depois peguei o telefone e liguei para informações no Arizona e pedi o número de Tombstone e do Teatro Birdcage.


A Sra Alice Moody, recepcionista dos turistas do Birdcage Theatre disse que sim, a pintura da dançarina do ventre ainda estava pendurada sobre o bar no Birdcage. Ela verificaria qualquer informação que pudesse enviar. Um panfleto chegou com a história de Tombstone e num flyer de lugares para hospedagem, Ms. Moody escreveu:

"Pintura de Fatima, mais tarde conhecida como "Little Egypt". 
Pintura original de Fatima, que era uma dançarina oriental. Ela dançou no Birdcage em 1881A pintura foi um presente dela para o Teatro, para ser pendurado no bar. Está pendurado lá desde 1882O Tamanho da pintura é de aproximadamente cinco por oito pés de altura (1,5m x 2,4m) - feita por um artista italiano.

Ms. Moody tinha copiado as informações da placa de bronze que pendia abaixo da moldura.

Fiz a pergunta a Ben Traywick: Quem era a mulher na pintura? Como ela chegou a Tombstone? Quem a contratou? Quanto tempo ela se apresentar no Birdcage?

Ben Traywick disse que ela provavelmente veio em parte de trem, e em parte por meio de uma diligência, o Wild West sendo o que era, em 1800

Mr. Traywick disse que naqueles dias, agentes contratavam artistas para se apresentar em locais similares ao Birdcage, e diferentes atrações rodavam no circuito dos Estados Unidos. Sua turnê pode ter começado em Sao Francisco ou Chicago e pode ter durado um ano.

Como Fatima chegou à América (EUA)? Por causa do seu figurino, poderia ter sido uma Ghawazee. A blusa é transparente e ela parece relaxada e à vontade em seus arredores. Sua dança é acompanhada por um Oud, a cena parece autêntica.

A maioria das dançarinas de ventre, acha que a Dança do Ventre na América foi apresentada pela primeira vez na Feira Mundial de Chicago em 1893. Se esta Fatima dançou em Tombstone, em 1881, e Feira Mundial de Chicago ocorreu em 1893, ela precedida Feira Mundial de Chicago por 12 anos.

Será que ela voltou para o Egito? Será que ela talvez se juntou a seus parentes e talvez dançou em Chicago? Quando ela viajou na América ela usar um vestido vitoriano? Como ela sobreviveu?

Despertei a curiosidade de Ben Traywick mas ele não tinha mais nenhuma informação para me dar. Então, tudo o que sabemos é que Fatima dançou em Tombstone e saiu.

Mr. Traywick e eu trocamos números de telefone e endereços. Se tivermos mais alguma informação, deixo vocês saberem. Enquanto isso, o Mistério de "Little Egypt", continua.

Copyright © Jamila Salimpour
Sobre o autor: Jamila Salimpour começou sua carreira com a idade de dezesseis anos no Ringling Brothers Circus, como dançarina acrobática. Ela estudou música do Oriente Médio e sua dança, e em 1947 começou a aparecer em eventos culturais e clubes étnicos em Los Angeles, e mais tarde em San Francisco, onde ela possuía a Bagdad Cabaret. Ela começou a dar aulas em 1952, o desenvolvendo de um método único de discriminação verbal e terminologia para os movimentos que a maioria de nós usamos hoje. Ela já treinou inúmeros professores e artistas de todo o mundo (incluindo Shareen el Safy, Horacio Cifuentes, e John Compton), e produziu seminários e festivais, muitas vezes co-ensinando com a filha, Suhaila Salimpour. Em 1969, ela criou o tribal Bal Anat, tocando e excursionando com a trupe de quarenta membros. Jamila tem vários trabalhos pessoais publicados, incluindo um "Finger Cymballs Manual", uma história da dança Oriente Médio "From Cave to Cult to Cabaret", uma coleção fotográfica de dançarinos do Oriente Médio no Faire Mundial de Chicago, o Dance Format Manual, e numerosos artigos.


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