quarta-feira, 30 de setembro de 2015

PARA TREINAR - Belly Dancing 101

Aqui neste link você tem acesso aos 47 vídeos em que Irina Akulenko ensina movimentos de Dança do Ventre: http://www.howcast.com/guides/444-belly-dancing-101/
Saiba mais sobre Irina Akulenko, um dos maiores especialistas de dança do ventre da Howcast, neste vídeo.

Meu nome é Irina Akulenko e sou um dançarina do ventre profissional, coreógrafa e professora em New York City. Entrei nadança do ventre puramente por acidente. Sempre dancei, mas só vi uma apresentação de dança do ventre uma vez, e pensei que era realmente mágico e bonito, e assim que comecei a ter aulas não parei desde então. O que me trazia para dança do ventre era a elegância e o tipo de movimentos bonitos e misteriosas que vi e também a própria comunidade da dança.

A abordagem mais básica de dança do ventre, os isolamentos mais básicos, que são completamente essencial. Mais tarde cria-se a confiança para construir movimentos mais complicados. Mas antes de chegar à Movimentos complicado, você tem que dominar os isolamentos de quadril básicos e algum trabalho de base e é isso que vai acontecer nestas séries de vídeos. É muito básico, muito simples, é a sua dança do ventre 101.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

BAILARINA - Hellen Labrinos Vlattas


Advogada, membro do Conselho Internacional de Dança CID UNESCO e amante da dança OrientalTribal Brasil e Tribal Fusion. Iniciou seus estudos em dança do ventre em 2007 até 2009 com a primeira professora de Oriental da Paraíba a bailarina e coreógrafa Alecsandra Matias, participando do grupo por ela criado Warda Harém. Em 2011 reiniciou os estudos em dança Oriental no Teatro Santa Roza e no Studio Lunay, sob a coordenação de Kilma Farias, professora, bailarina, coreógrafa.

Em junho de 2012 mudou-se para Grécia e continuou o curso no Artistic Studio ORIENTAL EXPRESSION Oriental sobe a coordenação de Anna Dimitratou no mesmo ano entrou nas classes de Tribal Fusion com a professora Erifily Nikolakopoulou e Tribal Ético com a professora Christina Markopoulou.

No fim do mesmo ano fez seu primeiro solo de Tribal Brasil na Europa. No ano de 2013, participou dos 10 anos da Cia Lunay, aproveitando a oportunidade para fazer Workshop de Tribal Brasil, Combos de Tribal Brasil com Fabiana Rodrigues e 10 movimentos de Tribal Brasil com Jaqueline Lima.

Retornando a Grécia, ministrou aulas no Lar Brasileiro de Oriental e introdução ao Tribal Brasil. Participou do primeiro projeto coletivo de Videodança e Tribal realizado no Brasil, sob a coordenação da idealizadora, bailarina e coreógrafa e professora de artes Mariáh Voltaire. Com imagens realizadas no Egito e na Grécia. Participando de vários festivais e seminários.

A DANÇA COMO INSTRUMENTO DE SOCIALIZAÇÃO.

Ao chegar em lugar pela primeira vez, a sensação de plenitude, acontece sempre com aqueles que amam viajar. As belezas culturais, a diversidade, o paradoxo com o país de origem, são sempre efeitos encantadores e viciantes. Porém, quando se viaja sem o bilhete de volta, além de todas as sensações citadas acima, existe a necessidade de interação com o meio social.

É quando nossa profissão de anos de estudos não pode ser excedida no primeiro momento, bate um certo vazio, e as perguntas começam a nos invadir, sempre nos questionando o fato de ter feito uma viagem sem volta. E nesse momento que muitas de nós, descobrem outros talentos, ou transforma o conhecido hobby (palavra inglesa utilizada para atividades que despendem tempo com o objetivo de relaxamento e prazer do praticante sem que tenha fins lucrativos), em trabalho ou meio de integração social.

Surgindo a vontade de continuar o hobby é que começamos uma nova forma de viver a realidade no exterior. E assim, tantas brasileiras abrem suas pequenas empresas, artesanais ou de produtos brasileiros, outras trabalham com a dança, principalmente com o samba, um dos mais famosos ritmos brasileiros.  Assim sendo, o coração foi tocado pelo sentimento profundo de afastar-se do ambiente inteiramente familiar para novas relações de amizades e trocas culturais.

Quando o sorriso vale mais que mil palavras. Segundo Patrícia Lopes Dantas (2015):
       “A dança, arte de movimentar o corpo em certo ritmo, é uma das três principais artes cênicas da Antiguidade, ao lado do teatro e da música. Enquanto arte, a dança se expressa por meio dos signos de movimento, com ou sem ligação musical, para um determinado público.

Voltando a frequentar as aulas de dança Oriental, ou Dança do Ventre como é chamado no Brasil. E sem saber uma palavra em grego, porém, sabendo dos movimentos em relação a dança, a única função na sala de aula era sorrir, e dizer em grego que não falava grego. Três vezes por semana entrava “muda e saia calada” mas, com a coreografia na ponta dos pés.  

Mesmo assim, as novas companheiras sempre foram gentis e compreensivas. Mergulhando de cabeça na dança oriental e experimento outras danças éticas, participando de vários eventos, e tendo a honra de pisar pela primeira vez em um palco grego, o teatro Dora Stratou.

Quando bate a saudade de casa.

Quem mora longe sabe, o quanto ficamos bem mais patriotas, além da saudade de casa, da família, dos amigos, da música, da dança e dos sabores típicos.  Fazendo surgir fusões de ventre e samba, estudos de Tribal Brasil Bellydance. Dançar ao som, de Luiz Gonzaga, João Cassiano, Forró In The Dark, utilizar da capoeira, e de momentos afro-brasileiros, além de outras danças folclóricas, tornam a vida muito mais fácil.  Mostrar algo diverso e tão enraizado em na alma, faz esplandecer toda ternura que de certa forma encobre a saudade.

Os figurinos floridos ou coloridos, as flores no cabelo, o sorriso no rosto, a imensa alegria, são carteiristas que todas os outros países nos atribuem, todos em algum momento já se deparam com explanação: “os brasileiros são pessoas alegres”. Enfim, promover a cultura do país de origem pela arte, também é diminuir a saudade carregada no peito. 

Aqui sue blog pessoal: http://www.elenisymban.eu/

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

PLAYLIST - ATS® FAST (Winter/Spring 2014)

Ouça aqui a Playlist feita por Jorrun do OTBS, da Noruega: 

  1. Stick Dance Gypsy Caravan
  2. Global Groove Raul Ferrando
  3. Opa Nina, Nina Naj Esma Redžepova
  4. Saidi Festival Upper Egypt Ensemble
  5. Bounce Solace
  6. Dayate Maali Helm
  7. Dere Omar Faruk Tekbilek
  8. Ishlonak Edit (How Are You) Mahmoud Fadl

sábado, 26 de setembro de 2015

DRILLS (Para Treinar) - Level 2, Semana 12


O grupo Sacred Shimmy Tribal Bellydance apresenta este vídeo para treinarmos nossos movimentos de ATS, aproveite!
Aqui o link para o canal do grupo no youtube.

Publicado em 7 de dez de 2013

Angie Never of FCBD® Sister Studio Sacred Shimmy Tribal Bellydance drills all ATS® movements learned through Level 2 Week 12. You now have more than 30 moves in your repetoire! The songs are "Maleh u Filfil" and "Sout with Spice" from the album Itneen by Helm. These videos are intended for practice purposes only. If you'd like to learn the moves, check out fcbd.com or come to class! Enjoy your practice!

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

DRILLS (Para treinar) - Double Bump, Single Bump, Ribcage Rotation, Arc Arm


O grupo Sacred Shimmy Tribal Bellydance apresenta este vídeo para treinarmos nossos movimentos de Double Bump, Single Bump, Ribcage Rotation, Arc Arm, aproveite!
Aqui o link para o canal do grupo no youtube.

Publicado em 11 de nov de 2013

Angie Never of FCBD® Sister Studio Sacred Shimmy Tribal Bellydance drills all ATS® movements learned through Level 2 Week 8. This cycle adds Double Bump, Single Bump, Ribcage Rotation, and Arc Arms into your practice. I chose these songs in honor of Cheb i Sabbah, a gifted musician who left this incarnation this week. The songs are "Im Ninalou" and "Sadats" from the album La Kahena. These videos are intended for practice purposes only. If you'd like to learn the moves, check out fcbd.com or come to class! Enjoy your practice, a good luck with that tempo change!

terça-feira, 22 de setembro de 2015

DRILLS (Para Treinar) - Arabic with Hip Twist e Camel Walk


O grupo Sacred Shimmy Tribal Bellydance apresenta este vídeo para treinarmos nossos movimentos de Arabic with Hip Twist e Camel Walk, aproveite!
Aqui o link para o canal do grupo no youtube.


Publicado em 21 de out de 2013

Angie Never of FCBD® Sister Studio Sacred Shimmy Tribal Bellydance drills all ATS® movements learned through Level 2 Week 6. In this cycle we add Arabic with Hip Twist to our fast vocabulary and add Camel Walk into the slow. The songs are "Anathema" by Solace and "Lacul" by August Hoerr, both available on the amazing album Muse Melodic. These videos are intended for practice purposes only. If you'd like to learn the moves, check out fcbd.com or come to class! Enjoy your practice!

ENTREVISTAS - BIA VASCONCELOS

Entrevista concedida ao jornal Tribuna Feirense em março de 2014.
Texto completo - aqui.

Há quanto tempo a dança faz parte de sua vida e como descobriu a dança tribal? Iniciei meus estudos em dança em 1997 com aulas regulares de Balé Clássico pelo método da Royal Academy of Dancing na Escola de Dança Elisângela Gomes em Feira de Santana. Sempre fui uma criança e adolescente ativa. Também participava de peças na escola e seguia com o Ballet Clássico, importante para me dar as noções fundamentais e os princípios norteadores da dança. 

Ao entrar na faculdade de Direito (formei em 2007 na Universidade Estadual de Santa Cruz em Ilhéus), dei uma pausa para aprofundar meus estudos acadêmicos. No entanto, não consegui ficar muito tempo longe e dessa vez comecei a treinar a Dança do Ventre por sugestão de meu namorado na época.Me apaixonei pela dança oriental e em pouquíssimo tempo tive a oportunidade de monitorar as aulas de minhas professoras, Soraya Loureiro (PE), Kátia Jade (BA) e Rosane Araújo (BA). A experiência do clássico facilitou bastante a assimilação dos movimentos e da técnica oriental. Naquele momento soube que seguiria lecionando e investi, de fato, numa carreira profissional.
Estudando e pesquisando bastante a dança do ventre, descobri um estilo até então recente no mundo inteiro: o “American Tribal Style’’ e ‘Tribal Fusion Bellydance’’. Naquela época não existiam professoras deste estilo na minha cidade e tão pouco em outros estados do Brasil, com raríssimas exceções.Parti então para um estudo autoditada mesmo, porém com bastante disciplina. Comprava DVDs internacionais de aula (já que não havia material produzido no Brasil até então) e treinava todos os dias. Só em 2007 fiz meu 1º workshop presencialmente com uma professora de tribal, a Bela Saffe, em Salvador/ BA.  Felizmente, o início de minha trajetória no Tribal coincidiu com o período de crescimento do estilo no País. Este crescimento e procura acentuados oportunizou a vinda das bailarinas estrangeiras, precursoras da modalidade. Investi nas aulas e pelo País afora fiz workshops com inúmeras bailarinas nacionais e estrangeiras, dentre elas a Samantha Emmanuel (UK), Anasma (FR), Sharon Kihara, Mardi Love, Kami Liddle, Mira Betz, Lady Fred e Rachel Brice (EUA), dentre outras.
Como você define a dança tribal? O Tribal é um estilo que foi desenvolvido e sistematizado nos Estados Unidos no final dos anos 80 e que utiliza a dança do ventre como base estrutural, mas mescla outros gêneros como a dança indiana, flamenca e folclóricas de várias ''tribos'' do mundo. Há 2 vertentes principais: o  ATS (American Tribal Style) e o Tribal Fusion. O primeiro, desenvolvido pela bailarina Carolena Nericcio em São Francisco/CA, caracteriza-se pela improvisação coordenada de gestos, um repertório comum firmemente estabelecido e dogmatizado, trajes folclóricos ricamente adornados, músicas folclóricas e uma postura altiva, típica do flamenco. Já o Tribal Fusion é, como a tradução sugere, uma fusão do ATS (necessariamente) com alguma outra influência que vai da dança contemporânea, break dance até a dança dos Balkans (leste europeu) e Vaudeville. Como se pode notar, o Tribal Fusion acrescentou um leque de possibilidades ao estilo original e trouxe consigo a simplificação dos trajes, o uso de coreografias e a utilização de músicas ocidentais modernas.

Existe alguma ligação do Tribal com as danças folclóricas aqui no Brasil? O Tribal permite a  fusão do ATS com elementos de danças étnicas de várias partes do mundo, dentre elas as danças populares brasileiras. Desta forma, vários grupos passaram a fusionar o tribal com danças folclóricas nacionais, surgindo então o Tribal Brasil. Elementos das principais danças regionais do país são utilizados para compor a modalidade, dando uma nova roupagem e enriquecendo o estilo que é desenvolvido aqui.

Você é a pioneira desse estilo em Feira. Como tem sido a aceitação? Comecei a ministrar a dança tribal em 2008, até então inexistente na cidade, no meu próprio espaço de danças. O trabalho que fui realizando gerou o interesse por um número cada vez maior de alunos o que oportunizou a migração das minhas aulas para o Centro Universitário de Cultura e Arte da UEFS em 2009.Desde então as oficinas de tribal funcionam com as turmas sempre cheias e a Instituição se tornou a principal referência no que concerne as aulas de tribal em Feira. O CUCA também é o principal parceiro e realiza junto comigo o Oriental Fair: Festival de Dança Bahia/ Brasil que movimenta há 4 anos o cenário da dança tribal da região. Também passei a ministrar as oficinas de Tribal em outro importante Centro Cultural, o Maestro Miro, que oferece as aulas gratuitamente para toda a cidade ampliando ainda mais o acesso de público ao estilo que ministro.

Desta forma, a aceitação tem sido super positiva uma vez que as aulas estão sempre cheias e foi possível realizar desde 2011 o Festival Oriental Fair que se solidificou a ponto de fazer parte do calendário oficial dos eventos mais importantes do País, trazendo bailarinos de todos os estados que além de ministrarem cursos, se apresentam no Show Oficial que é gratuito para toda a comunidade.

O Oriental Fair é um evento que têm ganhado bastante repercussão. A que você deve este sucesso? O sucesso do Oriental Fair só é possível porque temos uma equipe comprometida com o evento durante todo o ano. O elenco do evento é formado pelas alunas dedicadas dos espaços culturais onde ministro aulas e de convidados vindos de fora. Durante essas 3 edições do evento já passaram por Feira de Santana bailarinos profissionais da Paraíba, Rio Grande do Norte, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal além de todo interior do estado da Bahia e capital havendo um grande intercâmbio e troca de informações entre todos os envolvidos. Para os alunos é uma experiência enriquecedora dançar num grande palco com toda a estrutura que é o do OF e ao lado dos maiores bailarinos do estilo no País. Além de funcionar como um incentivo a permanecer nas aulas, sinto que a cada ano os alunos se aperfeiçoam fazendo com que o evento ganhe contornos cada vez mais profissionais. Ademais, um diferencial importante do OF é que ele é temático, ou seja, a cada ano as coreografias, músicas e cenário dizem respeito a um tema importante, geralmente histórico, tornando-o muito mais didático e atraente a todos os públicos, não só os da dança. Não posso deixar de citar as importantes parcerias que o evento mantém, sem as quais seria impossível viabilizar um evento do porte do Oriental Fair mantendo workshops com preços populares e shows gratuitos.

Como você se sente ao representar a cidade de Feira de Santana pelo País afora? Sinto muito orgulho de minha cidade, que abrigou e enaltece o meu trabalho desde o início. Representar Feira de Santana em todos esses eventos pelo País é motivo de grande orgulho. Hoje Feira já é lembrada por sediar um número considerável de alunos da dança tribal. Nosso grande público e alunos interessados ganharam destaque nos festivais nacionais uma vez que muitos bailarinos de fora fazem questão de vir dar aula e se apresentar em nossa cidade.

Como foi a experiência de participar mais uma vez do Shaman´s Fest? O diferencial deste evento é que contou com a presença da bailarina americana Rachel Brice, uma das fundadoras do Tribal Fusion e a fonte de grande inspiração para a maioria dos praticantes do estilo no mundo inteiro. Tive a oportunidade de fazer o curso profissional restrito a apenas 30 bailarinos selecionados da América Latina, além de ter me apresentado no Show de Gala. Representei não só minha cidade, mas também o meu estado no curso profissional e no grande show que já é considerado o maior encontro de Dança Tribal da América Latina.

O que você está trazendo para Feira de Santana, a partir dessa experiência? Acreditando que a principal característica da dança é a partilha de conhecimentos entre os envolvidos, trarei para a cidade uma série de workshops onde apresentarei as vivências e técnicas ministradas pela Rachel Brice durante o Curso Profissional. Desta forma, mesmo as pessoas que não puderam estar presentes no evento terão a oportunidade de se reciclar a partir desses cursos que lecionarei na cidade. Serão 4 módulos e o a primeira aula está agendada para o início de abril em comemoração ao mês que é dedicado à dança. Nos cursos serão abordados as principais técnicas, as sequências coreográficas e seleção musical adotada pela norte-americana.

Como você avalia a realidade deste estilo na cidade? O Tribal é uma dança recente no mundo inteiro e em nossa cidade apenas começou em 2008. Apesar de todo o avanço que foi conquistado ano a ano, sinto que ainda há muito trabalho a ser feito no que concerne a divulgação do estilo (pois muita gente ainda não o conhece), aprimoramento da técnica que observo em muitos praticantes e profissionalização/ aperfeiçoamento dos grupos que se apresentam. É preciso também muito estudo e bom senso, pois nem tudo que é fusionado pode ser chamado de Tribal. Porém, o mais importante é que haja união e entendimento por partes de todos que se propõem a dançar o Tribal, pois como o nome já diz, somos membros de uma mesma ''tribo'' onde elementos como respeito, solidariedade, gratidão e humildade devem estar sempre presentes.

Quais os planos para 2014? Além dos workshops especiais, o ano de 2014 promete muitas surpresas boas! Vem aí a 3ª edição do Festival Belly Fest que será realizado entre maio e junho e a 4ª edição do Oriental Fair: Festival de Dança Bahia/ Brasil que será realizado em novembro. Já estão confirmadas atrações vindas de São Paulo, Rio Grande do Norte e Distrito Federal. Serão mais de 12 horas de aulas e shows gratuitos durante 3 dias de atividades relacionadas as danças orientais. Em todas as edições do evento houve sucesso de público e grande repercussão nacional. Não será diferente nesta 4ª edição que promete surpreender a todos e se tornar um evento inesquecível mais uma vez! Desde já estão todos convidados a fazer parte desta tribo!

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

PLAYLIST - ATS® SLOW (Winter/Spring 2014)

Ouça aqui a Playlist feita por Jorrun do OTBS, da Noruega: 


  1. Sita Ram (feat. David Starfire, Freq Nasty & Rik Sharaj) Dub Kirtan All Stars
  2. Halala Laya Munir Bechir
  3. Tarakkad Souhail Kaspar and Naser Musa
  4. Yamma Gool El-Baba Nuba & Sirocco
  5. Walk Tame Through Mi Desert Pentaphobe
  6. Al Jahalat Tartit
  7. Sharia el Souk Helm
  8. Levenah Rising Christopher of the Wolves

domingo, 20 de setembro de 2015

DRILLS (Para treinar) - Turkish Shimmy


O grupo Sacred Shimmy Tribal Bellydance apresenta este vídeo para treinarmos nossos movimentos de Turkish Shimmy, aproveite!
Aqui o link para o canal do grupo no youtube.

Publicado em 3 de out de 2013


Angie Never of FCBD® Sister Studio Sacred Shimmy Tribal Bellydance drills all ATS® movements learned through Level 2 Week 4. In the cycle we develop the Turkish Shimmy and continue practicing the slow moves we've already learned. The songs are "The Unfolding" by Lisa Gerrard and "Fantasy" by Oojami. These videos are intended for practice purposes only. If you'd like to learn the moves, check out fcbd.com or come to class!

Tribal Bellydancer - artigo traduzido

Utilizando o Google Translator: https://translate.google.com.br/

A Dança do ventre tem em torno de milhares de anos, mas foi só recentemente que o termo "dança do ventre tribal" foi introduzido. A dança Tribal é um estilo de dança do ventre que muitos acreditam que se originou na Califórnia na década de 1960 com Jamila Salimpour e sua trupe Bal Anat. Elas usam o vocabulário clássico de movimentos de dança do ventre e música de dança do ventre tradicional do Oriente Médio. O figurino é uma mistura eclética de roupas que incorporava influências folclóricas do Oriente Médio, Índia, Ásia Central e Norte da África. (Para obter descrições dos movimentos bellydance clássicos - clique aqui)

Na década de 1980, Carolena Nericcio desenvolveu o estilo de dança do ventre de Jamila com uma coreografia improvisada de grupo, e através do FatChanceBellyDance popularizou o termo "dança do ventre tribal" (ou "dança do ventre tribal americano"). Um elemento definidor de dança do ventre tribal americano é que é quase sempre executada como um grupo ou trupe, não em solos.

Na década de 1960, quando um grande número de mulheres norte-americanas Dança do ventre começou a praticar nos Estados Unidos, a maioria das pessoas simplesmente chamou de ... dança do ventre. Naquela época, a maioria dos bellydancing foi modelado após os artistas da dança do Oriente Médio o que trouxe para discotecas deste país e foi também influenciou por filmes de Hollywood e programas de TV.

Como o passar do tempo, mais bellydancers e professores americanos impressa individualmente Suas interpretações sobre sua forma de arte improvisada e desenvolvido novos estilos. No entanto, o estilo de dança do ventre mais reconhecido, então e agora, é chamado de 'cabaret' (ou 'cabaret americana', 'boate' ou 'clássica') bellydance. Como dança do ventre tribal, dança do ventre cabaré é baseado na dança do ventre tradicional vocabulário movimento e música, mas o figurino é chamativo geralmente mais do que folclórica, ea dança é na maioria das vezes (mas nem sempre Certamente) Executado somente. (Para obter descrições dos principais estilos de dança do ventre)

Hoje, bellydance continua a evoluir e alguns estilos modernos estão se tornando tão fundido com Movimentos e elementos de outras formas de dança (dança de fusão), que eles não são mais bellydancing autêntico, mas algo completamente novo. Este é, naturalmente, a evolução que experimentar todas as formas de arte ao longo do tempo, eo tempo dirá Qual destes novos estilos que vai florescer e vai desaparecer.


O que tem resistido ao teste do tempo é bellydance clássico. Todos os estilos autênticos de dança do ventre são baseadas no vocabulário dos Movimentos bellydancing tradicionais, e apesar das variações de figurino, música e coreografia, autêntico Tenha mais semelhanças do que diferenças Bellydancers. Se cabaret, tribal, Oriente Médio, ou estilo americano, verdadeiros bellydancers todos pertencem à mesma tribo - uma tribo que celebra a vida e comunidade Através da nossa linguagem compartilhada de movimentos bellydance clássicos.



Tribal Bellydancer
Bellydancing has been around for thousands of years, but it was only recently that the term ‘tribal bellydance’ was introduced.  Tribal bellydance is a style of bellydancing that many believe originated in California in the 1960’s with Jamila Salimpour and her belly dance troupe Bal Anat.  This bellydance style uses the classic movement vocabulary and music of traditional Middle Eastern bellydance. The costuming is an eclectic mix of folkloric clothing that incorporates influences from the Middle East, India, Central Asia and North Africa. (For descriptions of classic bellydance moves)

In the 1980’s, Carolena Nericcio further developed Jamila’s belly dance style with a cue-and-follow type of improvised group choreography, and it is her troupe FatChanceBellydance that popularized the term ‘tribal bellydance’ (or ‘American tribal bellydance’).  A defining element of American tribal bellydance is that it’s almost always performed as a group or troupe, not as a solo.

In the 1960’s, when large numbers of American women first started practicing bellydancing in the United States, most people simply called it…bellydance.  At that time, most bellydancing was modeled after the Middle Eastern entertainers who brought the dance to this country’s nightclubs and it was also influenced by Hollywood movies and TV shows.

As time went on, more American bellydancers and teachers imprinted their individual interpretations on this improvised art form and new styles developed.  However, the most recognized belly dance style, then and now, is called ‘cabaret’ (or ‘American cabaret’, ‘nightclub’ or ‘classic’) bellydance.  Like tribal bellydance, cabaret bellydance is based on the traditional belly dance movement vocabulary and music, but the costuming is usually more glitzy than folkloric, and the dance is most often (but certainly not always) performed solo. (For descriptions of the major styles of bellydance)

Today, bellydance continues to evolve and some modern styles are becoming so fused with movements and elements from other dance forms (fusion dance) that they’re no longer authentic bellydancing, but something completely new.  This is the natural evolution that all art forms experience over time, and time will tell which of these new styles will flourish and which will fade away.

What has stood the test of time is classic bellydance.  All authentic styles of bellydance are based on the vocabulary of traditional bellydancing movements, and despite the variations of costuming, music, and choreography, authentic bellydancers have more similarities than differences. Whether cabaret, tribal, Middle Eastern, or American style, all true bellydancers belong to the same tribe – a tribe that celebrates life and community through our shared language of classic bellydance moves.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

PREPARAÇÃO - Cabelo & Maquiagem

A cada dia chegamos mais perto da apresentação, vamos tentar deixar tudo definido para conseguir curtir cada momento?

Confira mais algumas dicas, das coisas que já vivi e li, que podem nos influenciar de maneira positiva nossa vida particular e nossas apresentações futuras.


Lembrando, que não sou nem cabeleira ou maquiadora profissional. Estas são simples dicas para organização e preparação.


Cabelos - definição e estrutura
Do mesmo modo como o figurino nos traz liberdade de escolha e possibilidade, nosso cabelo é importante parte do todo.

Na maioria das minhas apresentações ele estava preso, eu gosto dele assim. Ainda bem que preso não significa simples, e as vezes também não significa discreto! Temos uma infinidade de tipos de coques e tranças (eu AMO tranças). Bem como apliques, dreads, turbantes e lenços. Sem contar os headpieces, tiaras, coroas, e tudo mais.


Como definir o cabelo? Conforme a coreografia e proposta do grupo e do local. Se você via dançar numa festa temática, etc. O cabelo faz parte do todo.

Minha dica: TESTE seu cabelo. Prepare-se. Tente fazer sozinha. Não tem como? Alguém vai conseguir te ajudar no dia? O que mais você precisa? Grampos? Elásticos? Borrachinha? Laque? Gel? Coloque tudo na sua mala de viagem. Sempre tem uma colega que vai aceitar um grampo emprestado.



Aqui neste link você encontra ideias incríveis e simples:
http://www.belezaextraordinaria.com.br/tag/passo-a-passo_t54/1 ou aqui:
http://mdemulher.abril.com.br/cabelos/ana-maria/trancas-passo-a-passo-de-cinco-modelos-do-penteado

Maquiagem - como fazer? o que levar?

A maquiagem tem como objetivo melhorar o aspecto do rosto feminino: acentuar o que há de bom e retocar o que não é tão simétrico. A maquiagem de palco é bem mais marcante e exagerada que a maquiagem do dia a dia, pois ela precisa ser vista de longe.


Novamente aqui não há uma regra pré definida, o ideal é que o conjunto (coreografia, música, figurino, acessórios cabelo e maquiagem) "conversem" entre si, onde um complementa o outro. 


Existem muitos passo a passo de profissionais excelentes no youtube, com diferentes técnicas para realçar o que temos de melhor. 


Minha dica é assista e PRATIQUE. Pois é, isso também faz toda a diferença. Quando conhecemos nosso rosto e nossa pele, fica mais fácil darmos atenção a esta ou aquela área que requer mais de nós. As vezes é a pele, as vezes os olhos, cada um tem sua beleza, e cada um tem sua dificuldade.

Em especial para quem dança em grupo, sempre sugiro que cada uma teste sua maquiagem, treine em casa, veja o que consegue ou não fazer. Depender dos outros podem ser frustrante, tanto para quem depende, quanto para quem ajuda. Lembre-se todos estarão ansiosos pela apresentação, tendo que cuidar do figurino, acessórios e tudo mais, pode não sobrar tempo para ajudar as colegas. 


Dos grupos que participei sempre existem as mais habilidosas, que ajudam a gente com o cabelo, maquiagem e os retoques finais. Facilita se já chegarmos com a pele pronta e deixar só a finalização para quem tem mais prática.


Aqui tem um texto bem legal sobre o que levar na necessarie, escrito pela tribalesca Zambak Parikhan

http://zambakfusion.blogspot.com.br/2013/04/na-necessaire.html

Dicas práticas do que levar: Além do básico para a maquiagem em si (base, corretivo, pó, sombra, rímel, delinear, batom, blush), lenços umedecidos, cílios e cola para cílios, bindis.


Tem mais uma parte, confira amanhã:


Mente & Espírito - atitudes internas
Você é a Dança - trato com os outros
No dia D - Chegou o dia!

Carine Würch - Bailarina, Blogueira, Pesquisadora e Professora de Dança Tribal & Fusões, Administradora, Proprietária do Bukuri Atelier. E muito feliz de dividir este espaço com vocês.

DRILLS (Para treinar) - Turkish Shimmy, Reach and Sit, Propeller Turn e Corkscrew Turn


O grupo Sacred Shimmy Tribal Bellydance apresenta este vídeo para treinarmos nossos movimentos de Turkish Shimmy, Reach and Sit, Propeller Turn e Corkscrew Turn, aproveite!
Aqui o link para o canal do grupo no youtube.

Publicado em 26 de set de 2013


Angie Never of FCBD® Sister Studio Sacred Shimmy Tribal Bellydance drills all ATS® movements learned through Level 2 Week 3. The new moves for this cycle are Turkish Shimmy, Reach and Sit, Propeller Turn, and Corkscrew Turn. The songs you hear are "Ou Est Ma Petite Danseuse" and "Giza," both by Gypsy Caravan from the album Migration. These videos are intended for practice purposes only. If you'd like to learn the moves, check out fcbd.com or come to class!

PREPARAÇÃO - Mente & Espírito, Você é a Dança, No dia D

Dando sequência a nossas postagens sobre os preparativos necessários para que tudo dê certo no dia da apresentação, trago, além dos itens externos (figurino, acessórios, cabelo e maquiagem), atitudes internas, que são importantes para a boa convivência em grupo, e com a gente mesma. E que sempre é bom lembrar!

- Mente & Espírito - atitudes internas
Também somos o que pensamos, e quando passamos o dia pensando que tudo pode dar errado, e nos enchendo de pré-ansiedade, adivinhem: isso acontece! Talvez não seja uma queda no palco, ou esquecer a coreografia, mas pode ser o trânsito, o carro, os vizinhos, os filhos, perder um brinco! 

Traga calma para sua rotina e para sua vida. Bons pensamentos nos deixam tranquilas e encorajadas. (Mas não adianta só estar tranquila e não estar ensaiada, viu? Uma coisa complementa a outra.) Quando estamos tranquilas, nossa mente nos ajuda a ultrapassar as adversidades de uma maneira mais calma, e que gere menos estresse.


Algumas pessoas gostam de colocar músicas suaves, outras preferem ouvir a música da coreografia novamente, outras fazem orações, rezos ou meditam. Tenha uma rotina que te traga calma.


Eu gosto muito de, quando danço em grupo, reunir o grupo e compartilhar este momento de união, reflexão. Tentando colocar todas no mesmo momento, para que a dança seja sentida como uma só.


Nossa alimentação também influencia nosso humor. Evite gorduras, frituras e comidas pesadas, de difícil digestão. Quando fico muito ansiosa tenho dificuldade para comer, mas dançar de barriga vazia não dá! Tenha por perto frutas secas, castanhas, uma bolachinha integral de sua preferência. 


Você é a Dança - trato com os outros
Todas as bailarinas, sendo profissionais ou amadoras, já sabem que devemos ter alguns princípios básicos para se portar de maneira correta em eventos e apresentações: Pontualidade, Discrição, Conduta (Não torne pequenos imprevistos em questões pessoais. Tenha auto-controle e deixe de lado a vitimização). 

Se puder ajudar, ajude, se não puder, não atrapalhe. Em especial se você e seu grupo forem convidadas. As pessoas já estão ansiosas e estressadas o suficiente, crises de estrelismo porque não tem luz suficiente no camarim, não é legal. Adapte-se.


Seja cordial. Indispensável para o trato coletivo. Seja humilde. E coloque-se no lugar do outro. Possivelmente há pessoas tão ansiosas quanto você.


No dia D - Chegou o dia!
Deixe a roupa separada (tanto o figurino, como qualquer coisa que você vá precisar no local da apresentação (chinelo, casaco, manta).

Leve uma garrafinha de água, mas não beba muito antes, sabemos que a síndrome da bexiga irritada, em uma bailarina, é algo que acontece muito, em especial se TODO o figurino estiver montado e vocês estiver vestindo dois xales, um lenço de moedas, duas saias e uma calça...


Separe sua música, num pendrive, cd, etc. 


Saia de casa com antecedência, evite o estresse e os imprevistos do trânsito.



"Comece a se arrumar com umas 2 horas de antecedência, dependendo de quão elaborada é a sua cabeça e maquiagem, para se arrumar com calma e ter tempo de remediar algum imprevisto de última hora (tipo borrar o olho todo na maquiagem, alguma coisa se soltar na roupa... acredite, acontece de tudo quando estamos com pressa!)." (Mariana Quadros)


Aqui, algumas observações que já devem estar sendo feitas, bem antes da apresentação:

- Ouça sua música. Repetidas vezes. Muitas vezes. Saiba seus nuances. Saiba cada detalhe. Gosto de fazer o exercício de fechar os olhos e pensar nos passos, enquanto a música toca.


- Vai se apresentar em grupo? Repasse os passos de sua coreografia mentalmente. Quando cada um faz sua parte, o todo fica mais bonito. 

- Não falte ensaios. Caso seja impossível faltar, avise com antecedência.

Para finalizar, imprevistos acontecessem, erros também. Não se culpe, mas se previna. Tudo que podemos fazer para diminuir qualquer estresse, nos permite uma maior entrega e foco naquilo que nos propomos a fazer.


Desejo a todos lindas apresentações!


AH! Tirem muitas fotos, estes registros são especiais!


Fontes de pesquisa:

http://www.marianaquadrostribal.com/2015/04/dicas-para-o-dia-da-sua-apresentacao.html
http://estudiodedancaannapaulla.blogspot.com.br/2012/04/no-palco-voce-e-danca.html

Carine Würch - Bailarina, Blogueira, Pesquisadora e Professora de Dança Tribal & Fusões, Administradora, Proprietária do Bukuri Atelier. E muito feliz de dividir este espaço com vocês.

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

DRILLS (Para Treinar) - Level 2, Week 1, Fast


O grupo Sacred Shimmy Tribal Bellydance apresenta este vídeo para treinarmos nossos movimentos básicos do repertório rápido, aproveite!Aqui o link para o canal do grupo no youtube.

Publicado em 13 de set de 2013


Angie Never of FCBD® Sister Studio Sacred Shimmy Tribal Bellydance drills all ATS® slow movements learned through Level 2 Week 1. No new fast moves this week, so keep working on the four steps from Level 1. The song is "Raqset il Ollal" by Helm from the album F'il Waha. I hope this helps you in your practice!

PREPARAÇÃO - Figurino & Acessórios

Normalmente o segundo semestre é mais movimentado em termos de apresentações. Mais shows e convites de escolas parceiras, eventos das nossas escolas, ou até que nós mesmas estamos produzindo, aparecem em maior número, então nada melhor que PREPARAÇÃO.

Lendo o Blog da Mariana Quadros (fã detected) (leia o texto completo aqui), adorei algumas dicas, que pra mim já fazem parte do meio dia a dia (ansiosa/neurótica), mas que podem ajudar MUITO, tanto quem está se aventurando no mundo dos palcos, como quem já está craque. Vamos lá:
- Figurino - No nosso mundo Tribal, criatividade e estilo estão por todos os lados. Por causa da riqueza de detalhes e possibilidades que cada figurino e coreografia traz, este item merece uma atenção especial, e com antecedência

Tanto para figurinos novos, ou os que já tenhamos usado, precisamos revisar (tudo está no lugar? algum detalhe descosturado? algum peça descolocou ou caiu? sujo? suado?), vestir (está do tamanho adequado? precisa ajustes? preciso enviar para costureira? em quanto tempo fica pronto?) e ensaiar (a parte de cima fica segura? está bem amarrada? o cinto/cinturão sobe? preciso de joaninhas? no trabalho de solo a saia atrapalha?) com o figurino completo.

Pense em todos itens que compõe o figurino: calças, tops, cholis, saias, xales, lenços, lenços de moedas, boleros. O evento é na rua? Precisa calçado adequado? Ele combina com o figurino? Previna-se.

Todas estas perguntas são importantíssimas para que no dia, possamos nos preocupar somente em dançar, nos divertir e ficar linda nas fotos! 

Organização pode te deixar menos ansiosa (acredite, você vai estar).

- Acessórios - Assim como o figurino, neste mundo de possibilidades enormes, os acessórios são importantíssimos e dão aquele "algo a mais" no look. 

Mas, também precisam ser testados antes. 

Brincos lindos podem ser pesados demais, braceletes podem ficar largos, anéis podem escorregar dos dedos, o colares muito compridos podem atrapalhar nos giros, cambrets, etc. 

Para que nada de errado aconteça durante a apresentação, ENSAIE com os acessórios que pensou em usar.

Depois de escolher seus acessórios preferidos, guarde-os em saquinhos ou caixinhas individuais - se for dançar mais que uma coreografia, melhor ainda. Fica fácil de fazer a troca, e super organizado. 

Novamente eu digo, organizar os itens com antecedência é a melhor opção para chegarmos no momento antes de subir ao palco, sem preocupações extras.

"Eu sempre ficou aquém
 da quantidade ideal de jóias
 para estar vestindo."
Masha Archer
Eu sou a pessoa do "quanto mais melhor" (Masha me representa), mas tudo precisa de uma boa dose de atenção. 

Qual é a temática da coreografia? Abrir a maleta de acessórios e colocar tudo que vê pela frente não é a melhor estratégia, acreditem! 

Pense na sua coreografia, pense no que você quer passar, pense na combinação de cores, padrões e de texturas. 

Pérolas, e um ar vintage, podem até combinar com penas, mas colocar madeira e ossos juntos, talvez fique uma mistura confusa.

Use e abuse dos itens que combinam entre si. É claro que sempre existe os itens de estimação, que são quase como amuletos na dança, se você achar que eles se encaixam, se joga!


Se precisar de inspiração para Figurinos & Acessórios, siga-nos no Pinterest:

Leia nossas próximas publicações: 

- Cabelos - definição e estrutura
- Maquiagem - como fazer? o que levar?
- Mente & Espírito - atitudes internas
- Você é a Dança - trato com os outros
- No dia D - Chegou o dia!

Carine Würch - Bailarina, Blogueira, Pesquisadora e Professora de Dança Tribal & Fusões, Administradora, Proprietária do Bukuri Atelier. E muito feliz de dividir este espaço com vocês.